Prof. Pedro Paulo – Tecnologia, Sociologi@ & Filosofi@

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Filosofia – Capítulo 1 – A atitude filosófica

Conhece-te a ti mesmo

Quem assistiu ao primeiro filme da série Matrix há de se lembrar da cena em que o herói, Neo, é levado pelo guia, Morfeu, para ouvir o oráculo. No filme há uma sibila, a mulher que recebeu o  oráculo  (isto  é,  a  mensagem)  e  que  é,  ela  também,  o  oráculo  (isto  é,  a  transmissora  da  mensagem). Essa mulher pergunta a Neo se ele leu o que está escrito sobre a porta de entrada da  casa em que acabou de entrar. Ele diz que não. Ela lê para ele as palavras, explicando-lhe que são de uma língua há muito desaparecida, o latim.

Oráculo. Esta palavra tem dois significados principais. que aparecem nas expressões “consultar um oráculo” e  “receber  um  oráculo”.  No  primeiro  caso,  significa  uma  mensagem  misteriosa”  enviada  por  um deus com resposta a uma indagação feita por algum humano; é Uma revelação divina que precisa ser decifrada e interpretada. No segundo significa “uma pessoa especial”, que recebe a mensagem divina e a transmite para quem enviou a pergunta à divindade, deixando que o interrogante decifre e interprete a resposta recebida. Entre os gregos antigos, essa pessoa especial costumava ser uma mulher e era chamada sibila.

O que está escrito? Nosce te ipsum. O que significa? “Conhece-te a ti mesmo.” O oráculo diz a Neo que ele e somente ele poderá saber se é ou não aquele que vai livrar o mundo do poder da Matrix e, portanto, somente conhecendo-se a si mesmo ele terá a resposta.

Poucas pessoas que  viram  esse  filme  compreendem  exatamente  o  significado  dessa  cena. Ela  é  a  representação,  no  futuro,  de  um  acontecimento  do  passado,  ocorrido  há  23  séculos,  na Grécia.

Havia, na cidade de Delfos, na Grécia antiga, um santuário dedicado ao deus Apolo, deus da luz, da  razão  e  do  conhecimento  verdadeiro,  o  patrono  da  sabedoria.  Sobre  o  portal  de  entrada desse  santuário  estava  escrita  a  grande  mensagem  do  deus  ou  o  principal  oráculo  de  Apolo: Conhece-te a ti mesmo. Um ateniense, chamado Sócrates, foi ao santuário consultar o oráculo, pois em Atenas, onde morava, muitos diziam que ele era um sábio, e ele desejava saber o que era um sábio e se ele poderia ser chamado de sábio. O oráculo, que era uma mulher (a sibila), perguntou-lhe: “O que você sabe?”. Ele respondeu: “Só sei que nada sei”. Ao que o oráculo disse: “Sócrates é o mais sábio de todos os homens, pois é o único que sabe que não sabe”. Sócrates, como todos sabem, é o patrono da filosofia.

 

Neo e a Matrix

Se voltarmos ao filme Matrix, podemos perguntar por que ali foi feito o paralelo entre Neo e Sócrates. Comecemos pelo nome das duas personagens masculinas principais: Neo e Morfeu. Esses nomes são gregos. Neo significa “novo” ou “renovado” e, quando dito de alguém, significa “jovem na força e no ardor da juventude”.

Morfeu pertence à mitologia grega: era o nome de um espírito, filho do Sono e da Noite, que possuía asas e era capaz, num único instante, de voar em absoluto silêncio para as extremidades do mundo. Esvoaçando sobre um ser humano ou pousando levemente sobre sua cabeça, tocando-o com uma papoula vermelha, tinha o poder não só de fazê-lo adormecer e sonhar, mas também de aparecer-lhe no sonho, tomando a forma humana.

É  dessa  maneira  que,  no  filme,  Morfeu  se  comunica  pela  primeira  vez  com  Neo,  que desperta  assustado  com  o  ruído  de  uma  mensagem  na  tela  de  seu  computador.  E,  no  primeiro encontro de ambos, Morfeu surpreende Neo por sua extrema velocidade, por ser capaz de voar e por parecer saber tudo a respeito desse jovem que não o conhece.

Várias vezes Morfeu pergunta a Neo se este tem sempre a impressão de estar dormindo e sonhando, sem nunca ter certeza de estar realmente desperto. Essa pergunta deixa de ser feita a partir  do  momento  em  que,  entre  uma  pílula  azul  e  uma  vermelha  oferecidas  por  Morfeu,  Neo escolhe  ingerir  a  vermelha  (como  a  papoula  da  mitologia),  que  o  fará  ver  a  realidade.  É  Morfeu quem lhe mostra a Matrix, fazendo-o compreender que passou a vida inteira sem saber se estava desperto ou se dormia e sonhava porque, realmente, esteve sempre dormindo e sonhando.

matrix Palavra latina derivada de mater, que quer dizer “mãe”. Em latim, matrix é o órgão das fêmeas dos mamíferos onde o embrião e o feto se desenvolvem, o útero. Na linguagem técnica, matriz é o molde para a fundição de uma peça, o circuito de codifica dores e  decodificadores  das  cores  primárias  e  dos  sons  e,  na  informática,  a  rede  de  guias  de entradas  e  saídas  de  elementos  lógicos.  No  filme,  a  Matrix  tem  todos  esses  sentidos:  ela  é,  ao mesmo tempo, um útero universal onde estão todos os seres humanos cuja vida real é “uterina” e cuja vida imaginária é forjada pelos circuitos de codificadores e decodificadores de cores e sons e pelas redes de guias de entrada e saída de sinais lógicos.

Qual é o poder da Matrix? Usar e controlar a inteligência humana para dominar o mundo,  criando uma realidade virtual na qual todos acreditam. A Matrix é o feitiço que se virou contra o feiticeiro, a inteligência artificial que destrói a inteligência humana, porque só subsiste sugando o  sistema nervoso central dos humanos.

Antes que a palavra computador fosse usada correntemente, quando só havia as enormes máquinas militares e de grandes empresas, falava -se em “cérebro eletrônico”. Por quê? Porque se trata  de  um  objeto  técnico  muito  diferente  de  todos  aqueles  até  então  conhecidos  pela humanidade.

De  fato,  os  objetos  técnicos  tradicionais  ampliavam  a  força  física  dos  seres  humanos  (o microscópio e o telescópio aumentam a força dos olhos; o navio, o automóvel e o avião aumentam a força dos pés; a alavanca, a polia, a chave de fenda, o martelo aumentam a força das mãos; e assim  por  diante).  Em  contrapartida,  o  “cérebro  eletrônico”  ou  computador  amplia  e  mesmo substitui as capacidades mentais ou intelectuais dos seres humanos.

A Matrix é o computador gigantesco que escraviza os homens, usando a mente deles para controlar seus sentimentos e pensamentos, fazendo-os crer que é real o que é aparente. Vencer o poder da Matrix é destruir a aparência, restaurar a realidade e assegurar que os seres humanos possam perceber e compreender o mundo verdadeiro e viver realmente nele. Todos os combates realizados  por  Neo  e  seus  companheiros  são  combates  mentais  entre  os  centros  de  sensação, percepção  e  pensamento  humanos  e  os  centros  artificiais  da  Matrix.  As  armas  e  tiroteios  que aparecem na tela são pura ilusão, não existem, pois o combate real não é físico, e sim mental.

Neo e Sócrates

Por que as personagens do filme afirmam que Neo é “o escolhido”? Por que estão seguras de que ele será capaz de realizar o combate final e vencer a Matrix? Porque ele era um pirata eletrônico, alguém capaz de invadir programas, decifrar códigos e mensagens, mas, sobretudo, porque ele também era um criador de programas de realidade virtual, um perito capaz de rivalizar com a própria Matrix. Por ter um poder semelhante ao da Matrix, Neo sempre desconfiou de que a realidade não era exatamente tal como se apresentava. Sempre teve dúvidas  sobre  a  realidade  percebida  e,  secretamente,  questionava  o  que  era  a  Matrix.  Essa interrogação o levou a vascular os circuitos internos da máquina (tanto assim que começou a ser perseguido  por  ela  como  alguém  perigoso),  e  foram  suas  incursões  secretas  que  o  fizeram  ser descoberto por Morfeu.

Por que Sócrates é considerado o “patrono da filosofia”? Porque jamais se contentou com as opiniões estabelecidas, com os preconceitos de sua sociedade, com as crenças inquestionadas de seus  conterrâneos.  Ele  costumava  dizer  que  era  impelido  por  um  espírito  interior  (como  Morfeu instigando  Neo)  que  o  levava  a  desconfiar  das  aparências  e  procurar  a  realidade  verdadeira  das coisas.

Sócrates andava pelas ruas de Atenas fazendo perguntas aos atenienses: “O que é isso em que você acredita?”, “O que é isso que você está dizendo?”, “O que é isso que você está fazendo?”. Os  atenienses  achavam,  por  exemplo,  que  sabiam  o  que  era  a  justiça.  Sócrates  lhes  azia perguntas de tal maneira que, embaraçados e confusos, chegavam à conclusão de que não sabiam o  que  era  a  justiça.  Os  atenienses  acreditavam  que sabiam  o  que  era  a  coragem.  Com  suas perguntas  incansáveis,  Sócrates  os  fazia  concluir  que  não  sabiam  o  que  era  a  coragem.  Os atenienses  acreditavam  que  sabiam  o  que  eram  a  bondade,  a  beleza,  a  verdade,  mas  um prolongado  diálogo  com  Sócrates  os  fazia  perceber  que  não  sabiam  o  que  era  aquilo  em  que acreditavam.

A pergunta “O que é?” era o questionamento sobre a realidade essencial e profunda de uma coisa  para  além  das  aparências  e  contra  as  aparências.  Com  essa  pergunta,  Sócrates  levava  os atenienses a descobrir a diferença entre parecer e ser, entre mera crença ou opinião e verdade.

Sócrates era filho de uma parteira. Ele dizia que sua mãe ajudava no nascimento dos corpos e que ele também era um parteiro, mas não de corpos, e sim de almas. Assim  como  sua  mãe  lidava  com  a  matrix  corporal,  ele  lidava  com  a  matrix  mental, auxiliando as mentes a libertar-se das aparências e a buscar a verdade.

Como  os  de  Neo,  os  combates  socráticos  eram  também combates  mentais  ou  de pensamento. E enfureceram de tal maneira os poderosos de Atenas que Sócrates foi condenado à morte, acusado de espalhar dúvidas sobre as ideias e os valores atenienses e, com isso, corromper a juventude.

O paralelo entre Neo e Sócrates não está apenas no fato de que ambos são instigados por “espíritos”  que  os  fazem  desconfiar  das  aparências,  nem  apenas  por  ambos  consultarem  um oráculo  e  receberem  como  mensagem  o  “conhece-te  a  ti  mesmo”,  e  nem  mesmo  porque  ambos lidam com matrizes.

Podemos encontrá-lo também ao comparar a trajetória de Neo no interior da Matrix com um dos mais célebres escritos do filósofo Platão, discípulo de Sócrates. Essa passagem encontra-se na obra intitulada A república e chama-se “O Mito da Caverna”.

O Mito da Caverna

Imaginemos, escreve Platão, uma caverna separada do mundo exterior por um alto muro. Entre esse muro e o chão da caverna há uma fresta por onde passa alguma luz externa, deixando a caverna  na  obscuridade  quase  completa.  Desde  seu  nascimento,  geração  após  geração,  seres humanos  estão  acorrentados  ali,  sem  poder  mover  a  cabeça  na  direção  da  entrada  nem  se locomover  até  ela,  forçados  a  olhar  apenas  a  parede  do  fundo,  vivendo  sem  nunca  ter  visto  o mundo exterior nem a luz do Sol. Estão quase no escuro e imobilizados.

Abaixo do muro, do lado de dentro da caverna, há um fogo que ilumina vagamente o interior sombrio e faz com que as coisas que se passam do lado de fora sejam projetadas como sombras nas paredes do fundo da caverna (pensemos na caverna como. se fosse uma sala de cinema e o fogo como a luz de um projetor de filmes).

Do lado de fora, pessoas passam conversando e carregando nos ombros figuras ou imagens de homens, mulheres, animais cujas sombras também são projetadas na parede da caverna. Nunca tendo visto o mundo exterior, os prisioneiros julgam que as sombras das coisas e das pessoas, os sons de suas falas e as imagens que transportam nos ombros são as próprias coisas externas, e que os artefatos (as figuras e imagens que alguns transportam) são seres vivos que se movem e falam.

Os prisioneiros se comunicam, dando nome às coisas que julgam ver (sem vê-Ias realmente, pois estão na obscuridade), e imaginam que o que escutam, e que não sabem que são sons vindos de  fora,  são  as  vozes  das  próprias  sombras,  e  não  dos  seres  humanos  cujas  imagens  estão projetadas  na  parede,  e  também  imaginam  que  os  sons  produzidos  pelos  artefatos  que  essas pessoas carregam nos ombros são vozes de seres reais.

Qual é, pois, a situação dessas pessoas aprisionadas? Tomam sombras por realidade, tanto as sombras das coisas e dos seres humanos exteriores como as sombras dos artefatos fabricados por eles. Essa confusão, porém, não tem  como causa um defeito na natureza dos prisioneiros,  e sim as condições adversas em que se encontram. Que aconteceria se eles fossem libertados dessa situação miserável?

Um dos prisioneiros, inconformado com a condição em que se encontra, decide abandonar a caverna. Fabrica um instrumento com o qual quebra os grilhões.

De  início,  move  a  cabeça,  depois  o  corpo  todo;  a  seguir,  avança  na  direção  da  saída  da caverna e escala o muro. Enfrentando  as  durezas  de  um  caminho  íngreme  e  difícil,  sai  da  caverna.  No  primeiro instante,  fica  totalmente  cego  pela  luminosidade  do  Sol,  com  a  qual  seus  olhos  não  estão acostumados. Enche-se de dor por causa dos movimentos que seu corpo realiza pela primeira vez e pelo ofuscamento de seus olhos sob a ação da luz externa, muito mais forte do que o fraco brilho do  fogo  que  havia  no  interior  da  caverna.  Sente-se  dividido  entre  a  incredulidade  e  o deslumbramento.

Incredulidade, porque será obrigado a decidir sobre onde se encontra a realidade: no que vê agora  ou  nas  sombras  em  que  sempre  viveu?  Deslumbramento  (literalmente:  “ferido  pela  luz”), porque seus olhos não conseguem ver com nitidez as coisas iluminadas.

Seu primeiro impulso é retomar à caverna para livrar-se da dor e do espanto, atraído pela escuridão, que lhe parece mais acolhedora. Além disso, precisa aprender a ver, e esse aprendizado é doloroso, fazendo-o desejar a caverna, onde tudo lhe é familiar e conhecido.

Sentindo-se  sem  disposição  para  regressar  à  caverna  por  causa  da  rudeza  do  caminho,  prisioneiro permanece no exterior. Aos poucos, habitua-se à luz e começa a ver o mundo. Encanta-se, tem a felicidade de finalmente ver as coisas como elas realmente são, descobrindo que estivera prisioneiro a vida toda e que em sua prisão vira apenas sombras. Doravante, desejará ficar longe da  caverna  para  sempre  e  lutará  com  todas  as  suas  forças  para  jamais  regressar  a  ela.  Mas lamenta a sorte dos outros prisioneiros. Por fim, toma a difícil decisão de regressar ao subterrâneo sombrio para contar aos demais o que viu e convencê-los a se libertarem também.

Que lhe acontece nesse retorno? Os demais prisioneiros zombam dele, não acreditando em suas palavras. Se não conseguirem silenciá-lo com suas caçoadas, tentarão fazê-lo espancando-o.  Se  mesmo  assim  ele  teimar  em  afirmar  o  que  viu  e  os  convidar  a  sair  da  caverna,  certamente acabarão por matá-lo.

Mas, quem sabe, alguns poderão  ouvi-lo e, contra a vontade dos demais, também decidir sair da caverna rumo à realidade?  O  que  é  a  caverna?  O  mundo  de  aparências  em  que  vivemos.  Que  são  as  sombras projetadas  no  fundo?  As  coisas  que  percebemos.  Que são  os  grilhões  e  as  correntes?  Nossos preconceitos e opiniões, nossa crença de que o que estamos percebendo é a realidade. Quem é o prisioneiro que se liberta e sai da caverna? O filósofo. O que é a luz do Sol? A luz da verdade. O que  é  o  mundo  iluminado  pelo  sol  da  verdade?  A  realidade.  Qual  o  instrumento  que  liberta  o prisioneiro rebelde e com o qual ele deseja libertar os outros prisioneiros? A filosofia.

Nossas crenças costumeiras

Em nossa vida cotidiana, afirmamos, negamos, desejamos, aceitamos ou recusamos coisas, pessoas,  situações.  Fazemos  perguntas,  como  “Que  horas  são?”,  ou  “Que  dia  é  hoje?”.  Dizemos frases,  como  “Ele  está  sonhando”,  ou  “Ela  ficou  maluca”.  Fazemos  afirmações,  como  “Onde  há fumaça,  há  fogo”,  ou  “Não  saia  na  chuva  para  não  se  resfriar”.  Avaliamos  coisas  e  pessoas, dizendo, por exemplo, “Esta casa é mais bonita do que a outra” e “Maria está mais jovem do que Glorinha”.

Numa disputa, quando os ânimos estão exaltados, um dos contendores pode gritar para o outro:  “Mentiroso!  Eu  estava  lá  e  não  foi  isso  o  que  aconteceu”,  e  alguém,  querendo  acalmar  a briga,  pode  dizer:  “Vamos  pôr  a  cabeça  no  lugar,  cada  um  seja  bem  objetivo  e  diga  o  que  viu, porque assim todos poderão se entender”.

Também é comum ouvirmos os pais e amigos dizerem que quando o assunto é o namorado ou a namorada não somos capazes de ver as coisas como elas são, que vemos o que ninguém vê e não vemos o que todo  mundo está vendo. Dizem que somos “muito subjetivos”. Ou, como  diz o ditado, que “quem ama o feio, bonito lhe parece”.

Frequentemente, quando aprovamos uma pessoa, o que ela diz, como ela age, dizemos que essa pessoa “é legal”. Vejamos um pouco mais de perto o que dizemos em nosso cotidiano. Quando  pergunto  “Que  horas  são?”  ou  “Que  dia  é  hoje?”,  minha  expectativa  é  a  de  que alguém, tendo um relógio ou um calendário, me dê a resposta exata.

Em que acredito quando faço a pergunta e aceito a resposta? Acredito que o tempo existe, que ele passa, pode ser medido em horas e dias, que o que já passou é diferente de agora e o que virá também há de ser diferente deste momento, que o passado pode ser lembrado ou esquecido, e o  futuro,  desejado  ou  temido.  Assim,  uma  simples  pergunta  contém, silenciosamente,  várias crenças.

Por que  crenças?  Porque  são  coisas  ou  ideias  em  que  acreditamos  sem  questionar,  que aceitamos porque são óbvias, evidentes. Afinal, quem não sabe que ontem é diferente de amanhã, que o dia tem horas e que elas passam sem cessar?

Quando digo “ele está sonhando” para me referir a alguém que está acordado e diz ou pensa alguma  coisa  que  julgo  impossível  ou  improvável,  tenho  igualmente  muitas  crenças  silenciosas: acredito que sonhar é diferente de estar acordado; que, no sonho, o impossível e o improvável se apresentam como possível e provável; e também que o sonho se relaciona com o irreal, enquanto a vigília se relaciona com o que existe realmente.

Acredito, portanto, que a realidade existe fora de mim, que posso percebê-la e conhecê-la tal como é, e por isso creio que sei diferenciar realidade de ilusão. A frase “Ela ficou maluca” contém essas mesmas crenças e mais uma: a de que sabemos diferenciar a sanidade mental da loucura; que a sanidade mental se chama razão e que maluca é a pessoa que perde a razão e inventa uma realidade existente só para ela. Assim, ao acreditar que sei distinguir a razão da loucura, acredito também que a razão se refere a uma realidade que é a mesma para todos, ainda que não gostemos das mesmas coisas.

Quando alguém diz “onde há fumaça, há fogo” ou “não saia na chuva para não se resfriar”, afirma silenciosamente  muitas crenças: acredita que  existem  relações de  causa  e  efeito entre as coisas;  que  onde  houver  uma  coisa  certamente  houve uma  causa  para  ela;  ou  que  essa  coisa  é causa de alguma outra (o fogo é causa e a fumaça é seu efeito, a chuva é causa do resfriado ou o resfriado é efeito da chuva). Acreditamos, assim, que a realidade é feita de causalidades; que as coisas,  os  fatos,  as  situações  se  encadeiam  em  relações  de  causa  e  efeito  que  podem  ser conhecidas por nós e, até mesmo, ser controladas por nós para serem utilizadas em nossa vida.

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Exercendo nossa liberdade

Quando dizemos que uma casa é mais bonita do que a outra, ou que Maria está mais jovem do que Glorinha, acreditamos que as coisas, as pessoas, as situações, os fatos podem ser comparados e avaliados, julgados por sua qualidade (bonito, feio, bom, ruim, jovem, velho, engraçado, triste, limpo, sujo) ou por sua quantidade (muito, pouco, mais, menos, maior, menor, grande, pequeno, largo, estreito, comprido, curto). Julgamos, assim, que as qualidades e as quantidades existem, que podemos conhecê-las e usá-las em nossa vida.

Se disséssemos, por exemplo, que “o Sol é maior do que o vemos”, estamos acreditando

que nossa percepção alcança as coisas de modos diferentes, às vezes tais como são em si mesmas (a folha deste livro, bem à nossa frente, é percebida como branca e, de fato, ela o é), outras vezes tais como nos parecem (o Sol, de fato, é maior do que o disco dourado que vemos ao longe),dependendo da distância, de nossas condições de visibilidade ou da localização e do movimento dos objetos. Por isso acreditamos que nossa visão pode ver as coisas diferentemente do que elas são, mas nem por isso diremos que estamos sonhando ou que ficamos malucos.

Acreditamos, assim, que vemos as coisas nos lugares em que elas estão ou do lugar em que estamos, e que a percepção visual varia de acordo com a distância: se estão próximas ou distantes de nós. Isso significa que acreditamos que elas e nós ocupamos lugares no espaço e, portanto, cremos que este existe, pode ser diferenciado (perto, longe, alto, baixo) e medido (comprimento, largura, altura).

Na briga, quando alguém chama o outro de mentiroso porque não estaria dizendo os fatos exatamente como eles aconteceram, está presente a nossa crença de que há diferença entre verdade e mentira. A primeira diz as coisas tais como são, a segunda faz exatamente o contrário, distorce a realidade. No entanto, consideramos a mentira diferente do sonho, da loucura e do erro, porque o sonhador, o louco e o que erra se iludem involuntariamente, enquanto o mentiroso decide voluntariamente deformar a realidade e os fatos.

Com isso, acreditamos que o erro e a mentira são falsidades, embora diferentes, porque somente na mentira há a decisão de falsear. Ao diferenciarmos erro de mentira, considerando o primeiro uma ilusão ou um engano involuntários e a segunda uma decisão voluntária, manifestamos silenciosamente a crença de que somos seres dotados de vontade e que dela depende dizer a verdade ou a mentira.

Ao mesmo tempo, porém, nem sempre avaliamos a mentira como uma coisa ruim: não gostamos tanto de ler romances, ver novelas, assistir a filmes? E não são mentira? É que também acreditamos que, quando alguém nos avisa que está mentindo, a mentira é aceitável, não seria uma mentira” pra valer”.

Quando distinguimos verdade de mentira e distinguimos mentiras inaceitáveis de mentiras aceitáveis, não estamos apenas nos referindo ao conhecimento ou desconhecimento da realidade, mas também ao caráter da pessoa, à sua moral.

Acreditamos, portanto, que as pessoas, porque possuem vontade, podem ser morais ou imorais, pois cremos que a vontade é o poder de escolher entre o bem e o mal. E sobretudo acreditamos que exercer tal poder é exercer a liberdade, pois acreditamos que somos livres porque escolhemos voluntariamente nossas ações, nossas ideias, nossos sentimentos.

Conhecendo as coisas

Na briga, quando uma terceira pessoa pede às outras duas para “pôr a cabeça no lugar” e ser” objetivas”, ou quando falamos dos namorados como incapazes de ver as coisas como são ou como sendo “muito subjetivos”, também manifestamos várias crenças silenciosas.

De fato, acreditamos que, quando alguém quer defender muito intensamente um ponto de vista, uma preferência, uma opinião e é até capaz de brigar por isso, pode “perder a objetividade” e se deixar guiar apenas pelos seus sentimentos, e não pela realidade. Da mesma maneira, acreditamos que os apaixonados se tomam incapazes de ver as coisas como são, de ter uma “atitude objetiva” e que sua paixão os faz ficar “muito subjetivos”.

Em que acreditamos, então? Acreditamos que ter objetividade é ter uma atitude imparcial, que percebe e compreende as coisas tais como são verdadeiramente, enquanto a subjetividade é uma atitude parcial, pessoal, ditada por sentimentos variados (amor, ódio, medo, desejo).

Assim, não só acreditamos que a objetividade e a subjetividade existem, como ainda acreditamos que são diferentes e que a primeira percebe perfeitamente a realidade e não a deforma, enquanto a segunda não percebe adequadamente a realidade e, voluntária ou involuntariamente, a deforma.

Ao dizermos que alguém “é legal” porque tem os mesmos gostos, as mesmas ideias, respeita ou despreza as mesmas coisas que nós e tem atitudes, hábitos e costumes muito parecidos com os nossos, estamos, silenciosamente, acreditando que a vida com as outras pessoas – família, amigos, escola, trabalho, sociedade, política – nos faz semelhantes ou diferentes em decorrência de normas e valores morais, políticos, religiosos e artísticos, regras de conduta, finalidades de vida.

Achamos óbvio que todos os seres humanos seguem regras e normas de conduta, possuem valores morais, religiosos, políticos, artísticos, vivem na companhia de seus semelhantes e procuram distanciar-se dos diferentes dos quais discordam e com os quais entram em conflito.

Acreditamos que somos seres sociais, morais e racionais, pois regras, normas, valores, finalidades só podem ser estabelecidos por seres conscientes e dotados de raciocínio.

Como se pode notar, nossa vida cotidiana é toda feita de crenças silenciosas, da aceitação de coisas e ideias que nunca questionamos porque nos parecem naturais, óbvias. Cremos na existência do espaço e do tempo, na realidade exterior e na diferença entre realidade e sonho, assim como na diferença entre sanidade mental ou razão e loucura.

Cremos na existência das qualidades e das quantidades. Cremos que somos seres racionais capazes de conhecer as coisas e por isso acreditamos na existência da verdade e na diferença entre verdade e mentira; cremos também na objetividade e na diferença entre ela e a subjetividade.

Cremos na existência da vontade e da liberdade e por isso cremos na existência do bem e do mal, crença que nos faz aceitar como perfeitamente natural a existência da moral e da religião. Cremos também que somos seres que naturalmente precisam de seus semelhantes e por isso tomamos como Um fato óbvio e inquestionável a existência da sociedade com suas regras, normas, permissões e proibições. Haver sociedade é, para nós, tão natural quanto haver Sol, Lua, dia, noite, chuva, rios, marés, céu e florestas.

E se não for bem assim?

Quando, em Matrix, Neo pergunta: “Onde estamos?”, Morfeu lhe diz que a pergunta está equivocada, pois o correto seria perguntar: “Quando estamos?”. Ou seja, Neo pergunta pelo lugar ou pela realidade espacial – onde? -, mas teria de perguntar pela realidade temporal- quando?

Ao mostrar-lhe que não estão vivendo no ano de 1999 e sim no século XXI, Morfeu pode mostrar a Neo onde eles realmente estão vivendo: num mundo destruído e arruinado, vazio de coisas e de pessoas, pois todos os seres humanos estão aprisionados no interior da Matrix. O que Neo julgava ser o mundo real é pura ilusão e aparência.

Para fazê-la compreender o que se passa, Morfeu (como sua origem mitológica indica) faz com que incessantemente e velozmente tudo mude de forma, cor, tamanho, lugar e tempo, de maneira que Neo tenha de perguntar se o espaço e o tempo existem realmente.

Quando é levado ao oráculo, Neo presencia fatos surpreendentes: vê crianças realizando prodígios, como entortar e desentortar uma colher sem tocar nela, ou manter cubos soltos no ar e em movimento sem neles tocar. Diante de sua surpresa, a criança que entorta e desentorta a colher lhe diz simplesmente: “A colher não existe”. Neo está diante de uma contradição entre visão e realidade: o que ele vê não existe e o que existe não é visto por ele.

Exatamente por isso e por estar perplexo, sem compreender o que se passa, é que o oráculo lhe mostra a inscrição sobre a porta – “Conhece-te a ti mesmo” -, indicando-lhe que, antes de tentar resolver os enigmas do mundo externo, será mais proveitoso que comece compreendendo-se a si mesmo.

Quantas vezes não passamos por situações desse tipo, que nos levam a desconfiar ora das coisas, ora de nós mesmos, ora dos outros?

Cremos que nossa vontade é livre para escolher entre o bem e o mal. Cremos também na necessidade de obedecer às normas e às regras de nossa sociedade. Que acontece, porém, quando, numa situação, nossa vontade nos indica que é bom fazer ou querer algo que nossa sociedade proíbe ou condena? Ou, ao contrário, quando nossa vontade julga que será um mal e uma injustiça querer ou fazer algo que nossa sociedade exige ou obriga? Há momentos em que vivemos um conflito entre o que nossa liberdade deseja e o que nossa sociedade determina e impõe.

Cremos na existência do tempo, isto é, num transcorrer que não depende de nós, e cremos que podemos medi-lo com instrumentos, como o relógio, e o cronômetro. No entanto, quando estamos à espera de alguma coisa muito desejada ou de alguém muito querido, o tempo parece não passar; olhamos para o relógio e nele o tempo está passando, sem corresponder ao nosso sentimento de que está quase parado.

Ao contrário, se estamos numa situação de muita satisfação (uma festa, um encontro amoroso, um passeio com amigos queridos), o tempo passa velozmente, ainda que o relógio mostre que se passaram várias horas.

Vemos que o Sol nasce a leste e se põe a oeste; que sua presença é o dia e sua ausência é a noite. Nossos olhos nos fazem acreditar que o Sol se move à volta da Terra e que esta permanece imóvel. Quando, durante muitas noites seguidas, acompanhamos a posição das estrelas no céu, vemos que elas mudam de lugar e acreditamos que se movem à nossa volta, enquanto a Terra permanece imóvel. No entanto, a astronomia demonstra que não é isso que acontece. A Terra é um planeta num sistema cuja estrela central se chama Sol, ou seja, a Terra é um planeta do sistema solar, e ela, juntamente com outros planetas, é que se move à volta do Sol, num movimento de translação.

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Além desse movimento, ela ainda realiza um outro, o de rotação em torno de seu eixo invisível. O movimento de translação explica a existência do ano, e o de rotação explica a existência do dia e da noite. Assim, há uma contradição entre a nossa crença na imobilidade da Terra e a informação astronômica sobre os movimentos terrestres.

Esses exemplos assemelham-se às experiências e desconfianças de Neo: por um lado, tudo parece certinho e como tem de ser; por outro, parece que tudo poderia estar errado ou ser ilusão. Temos a crença na liberdade, mas somos dominados pelas regras de nossa sociedade. Temos a experiência do tempo parado ou do tempo ligeiro, mas o relógio não comprova essa experiência. Temos a percepção do Sol e das estrelas em movimento à volta da Terra imóvel, mas a astronomia nos ensina o contrário.

Momentos de crise

Esses conflitos entre várias de nossas crenças e um saber estabelecido indicam a principal circunstância em que somos levados a mudar de atitude. Quando uma crença contradiz outra ou parece incompatível com outra, ou quando aquilo em que sempre acreditamos é contrariado por uma outra forma de conhecimento, entramos em crise.

Algumas pessoas se esforçam para fazer de conta que não há nenhum problema e vão levando a vida como se tudo estivesse “muito bem, obrigado”. Outras, porém, sentem-se impelidas a indagar qual é a origem, o sentido e a realidade de nossas crenças. É assim que o conflito entre minha vontade e as regras de minha sociedade me levam à seguinte questão: sou livre quando quero ou faço algo que contraria minha sociedade, ou sou livre quando domino minha vontade e a obrigo a aceitar o que minha sociedade determina?

Ou seja, sou livre quando sigo minha vontade ou quando sou capaz de controlá-la? Ora, para responder a essa questão precisamos fazer outras perguntas, mais profundas. Temos de perguntar: “O que é a liberdade?”, “O que é a vontade?”, “O que é a sociedade?”, “O que são o bem e o mal, o justo e o injusto?”.

É assim também que as experiências do tempo parado e do tempo veloz e a do tempo marcado pelo relógio nos levam a indagar:” Como é possível que haja duas realidades temporais diferentes, a marcada pelo relógio e a vivida por nós?”, “Qual é o tempo real e verdadeiro?”. Mas, para responder a essa pergunta, novamente é preciso fazer uma pergunta mais profunda: “O que é o tempo?”. Da mesma maneira, a diferença entre nossa percepção da imobilidade da Terra e mobilidade do Sol e o que ensina a astronomia leva-nos a perguntar: “Se não percebemos os movimentos da Terra e se nossos olhos se enganam tão profundamente, será que poderemos sempre confiar em nossa percepção visual ou deveremos sempre desconfiar dela?”, “Será que percebemos as coisas como realmente são?”.

Para responder a essas perguntas, precisamos fazer duas outras, mais profundas: “O que é perceber?” e “O que é realidade?”. O que está por trás de tais perguntas? O fato de que estamos mudando de atitude. Quando o que era objeto de crença aparece como algo contraditório ou problemático e por isso se transforma em indagação ou interrogação, estamos passando da atitude costumeira à atitude filosófica.

Essa mudança de atitude indica algo bastante preciso: quem não se contenta com as crenças ou opiniões preestabelecidas, quem percebe contradições e incompatibilidades entre elas, quem procura compreender o que elas são e por que são problemáticas está exprimindo um desejo, o desejo de saber. E é exatamente isso o que, na origem, a palavra filosofia significa, pois, em grego, philosophía quer dizer “amor à sabedoria”.

 

Buscando a saída da caverna ou a atitude filosófica

Imaginemos, portanto, alguém que tomasse a decisão de não aceitar as opiniões estabelecidas e começasse a fazer perguntas que os outros julgam estranhas e inesperadas. Em vez de “Que horas são?” ou “Que dia é hoje?”, perguntasse: “O que é o tempo?”. Em vez de dizer “Está sonhando” ou “Ficou maluca”, quisesse saber: “O que é o sonho, a loucura, a razão?”. Suponhamos que essa pessoa fosse substituindo suas afirmações por perguntas e em vez de dizer “Onde há fumaça, há fogo” ou “Não saia na chuva para não ficar resfriado”, perguntasse “O que é causa?”, “O que é efeito?”; ou se, em lugar de dizer “Seja objetivo” ou “Eles são muito subjetivos”, perguntasse “O que é a objetividade?”, “O que é a subjetividade?”; e, ainda, se em vez de afirmar “Esta casa é mais bonita do que a outra”, perguntasse “O que é ‘mais’?”, “O que é ‘menos’?”, “O que é o belo?”. Em vez de gritar “Mentiroso!”, questionasse: “O que é a verdade?”, “O que é o falso?”, “O que é o erro?”, “O que é a mentira?”, “Quando existe verdade e por quê?”, “Quando existe ilusão e por quê?”.

Se, em vez de falar na subjetividade dos namorados, inquirisse: “O que é o amor?”, “O que é o desejo?”, “O que são os sentimentos?”. Se, em lugar de discorrer tranquilamente sobre “maior” e “menor” ou “claro” e “escuro”, resolvesse investigar: “O que é a quantidade?”, “O que é a qualidade?”.

E se, em vez de afirmar que gosta de alguém porque esse alguém possui as mesmas ideias que ela, os mesmos gostos, as mesmas preferências e os mesmos valores, preferisse analisar: “O que é um valor?”, “O que é um valor moral?”, “O que é um valor artístico?”, “O que é a moral?”, “O que é a vontade?”, “O que é a liberdade?”.

Alguém que tomasse essa decisão estaria se distanciando da vida cotidiana e de si mesmo, pois estaria indagando o que são as crenças e os sentimentos que alimentam, silenciosamente, nossa existência.

Ao tomar essa distância, estaria interrogando a si mesmo, desejando conhecer por que cremos no que cremos, por que sentimos o que sentimos e o que são nossas crenças e nossos sentimentos. Esse alguém estaria começando a cumprir o que dizia o oráculo de Delfos: “Conhece-te a ti mesmo”. E estaria passando a adotar a atitude filosófica.

Assim, uma primeira resposta à pergunta “O que é filosofia?” poderia ser: “A decisão de não aceitar como naturais, óbvias e evidentes as coisas, as ideias, os fatos, as situações, os valores, os comportamentos de nossa existência cotidiana; jamais aceitá-los sem antes havê-los investigado e compreendido”.

RESPONDA  (EM DUPLAS) A ATIVIDADE ABAIXO

1. Que paralelos podemos estabelecer entre a personagem Neo, do filme Matrix, e o filósofo Sócrates?

2. Por que Sócrates é considerado o “patrono da filosofia”?

3. O que Platão quis representar no Mito da Caverna?

4. Que são as nossas crenças costumeiras?

5. Em que momento passamos da atitude costumeira à atitude filosófica?

6. Quais as três principais perguntas que caracterizam a atitude filosófica?

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Sobre brito964

Nascido em Belo Horizonte - 44 anos. Pedagogo. Professor/Analista da Educação. Educação. Tecnologia. Aprendizagem em Ambientes Colaborativos. Casado. Arinos - MG.

52 comentários em “Filosofia – Capítulo 1 – A atitude filosófica

  1. Núbia Reis Viana
    08/05/2012

    RESPONDA (EM DUPLAS) A ATIVIDADE ABAIXO

    1. Que paralelos podemos estabelecer entre a personagem Neo, do filme Matrix, e o filósofo Sócrates?
    O paralelo entre Neo e Sócrates não está apenas no fato de que ambos são instigados por “espíritos” que os fazem desconfiar das aparências, nem apenas por ambos consultarem um oráculo e receberem como mensagem o “conhece-te a ti mesmo”, e nem mesmo porque ambos lidam com matrizes.

    Podemos encontrá-lo também ao comparar a trajetória de Neo no interior da Matrix com um dos mais célebres escritos do filósofo Platão, discípulo de Sócrates. Essa passagem encontra-se na obra intitulada A república e chama-se “O Mito da Caverna”.
    2. Por que Sócrates é considerado o “patrono da filosofia”?
    Porque jamais se contentou com as opiniões estabelecidas, com os preconceitos de sua sociedade, com as crenças inquestionadas de seus conterrâneos. Ele costumava dizer que era impelido por um espírito interior (como Morfeu instigando Neo) que o levava a desconfiar das aparências e procurar a realidade verdadeira das coisas.
    3. O que Platão quis representar no Mito da Caverna?
    Ele quis representar, que não estamos totelmente pronto para o mundo real, que ainda estamos pressos em nossos “mundinhos”.
    4. Que são as nossas crenças costumeiras?
    São os costuimes q temos e que acreditamos
    5. Em que momento passamos da atitude costumeira à atitude filosófica?
    A parti do momento em que a pessoa deixa de afirmar algo e começa a analisa-lo. alguem que toma essa decisão estara interrogando a si mesmo, conhecendo a ti mesmo.
    6. Quais as três principais perguntas que caracterizam a atitude filosófica?
    “o que e filosofia?”, “o que é a vida?”, “Para que estamos aqui?”

  2. gabrila e uesllei
    11/05/2012

    questao 1
    que neo era um homem muito poderoso igual sacrates.
    questao2
    porque ele era um homem muito consedido e um grande filosofo.
    quetao 3
    que hoje nao existe isso mais.
    questao4
    sao mitos
    questao 5
    no mundo de hoje pois tudo ta mudando
    questao6
    mundo atual mundo passado e mundo que ainda vira

  3. Brena Eduarda Alves
    11/05/2012

    1. Que paralelos podemos estabelecer entre a personagem Neo, do filme Matrix, e o filósofo Sócrates?
    Sócrates passou a vida tentando convencer a sociedade de Atenas, Grécia que o que eles acham que é óbvio nem sempre é correto. Ele se esforçou para fazer o povo de Atenas despertar para a verdade. Da mesma forma Neo lutou contra a sociedade na Matriz. Ele lutou para mostrar impulsionar a verdade, que a matriz não era real.
    2. Por que Sócrates é considerado o “patrono da filosofia”?
    Porque ele jamais se contentou com as opiniões estabelecidas, com os preconceitos de sua sociedade e com as crenças mantidas inquestionáveis pelos seus conterrâneos. Em suma, Sócrates desconfiava das aparências e procurava a realidade verdadeira das coisas.
    3. O que Platão quis representar no Mito da Caverna?
    Na visão de mundo de Platão, como expresso no “Mito da Caverna”, os seres humanos existem no mundo de se tornar, um mundo que é impermanente e está sempre mudando. Um outro mundo existe que transcende este mundo.
    4. Que são as nossas crenças costumeiras?
    Crença são coisas ou ideias em que acreditamos sem questionar, que aceitamos porque são óbvias, evidentes.
    5. Em que momento passamos da atitude costumeira à atitude filosófica?
    Passamos para atitude costumeira quando estamos fazendo as mesmas coisas que todo mundo ja é acostumado a fazer.
    Para passarmos para a atitude filosófica é preciso aprendemos a fazer as nossas próprias perguntas e criarmos também as nossas próprias respostas.

    6. Quais as três principais perguntas que caracterizam a atitude filosófica?
    1) de causa ou motivo: Por que pensamos o que pensamos, dizemos o que dizemos e fazemos o que fazemos? 2) de conteúdo ou sentido: O que queremos pensar quando pensamos, dizer quando falamos, fazer quando agimos? 3) de intenção ou finalidade: Para que pensamos o que pensamos, dizemos o que dizemos e fazemos o que fazemos?

  4. Brena Eduarda Alves
    11/05/2012

    Brena Eduarda em técnico em agropecuária A
    1. Que paralelos podemos estabelecer entre a personagem Neo, do filme Matrix, e o filósofo Sócrates?
    Sócrates passou a vida tentando convencer a sociedade de Atenas, Grécia que o que eles acham que é óbvio nem sempre é correto. Ele se esforçou para fazer o povo de Atenas despertar para a verdade. Da mesma forma Neo lutou contra a sociedade na Matriz. Ele lutou para mostrar impulsionar a verdade, que a matriz não era real.
    2. Por que Sócrates é considerado o “patrono da filosofia”?
    Porque ele jamais se contentou com as opiniões estabelecidas, com os preconceitos de sua sociedade e com as crenças mantidas inquestionáveis pelos seus conterrâneos. Em suma, Sócrates desconfiava das aparências e procurava a realidade verdadeira das coisas.
    3. O que Platão quis representar no Mito da Caverna?
    Na visão de mundo de Platão, como expresso no “Mito da Caverna”, os seres humanos existem no mundo de se tornar, um mundo que é impermanente e está sempre mudando. Um outro mundo existe que transcende este mundo.
    4. Que são as nossas crenças costumeiras?
    Crença são coisas ou ideias em que acreditamos sem questionar, que aceitamos porque são óbvias, evidentes.
    5. Em que momento passamos da atitude costumeira à atitude filosófica?
    Passamos para atitude costumeira quando estamos fazendo as mesmas coisas que todo mundo ja é acostumado a fazer.
    Para passarmos para a atitude filosófica é preciso aprendemos a fazer as nossas próprias perguntas e criarmos também as nossas próprias respostas.

    6. Quais as três principais perguntas que caracterizam a atitude filosófica?
    1) de causa ou motivo: Por que pensamos o que pensamos, dizemos o que dizemos e fazemos o que fazemos? 2) de conteúdo ou sentido: O que queremos pensar quando pensamos, dizer quando falamos, fazer quando agimos? 3) de intenção ou finalidade: Para que pensamos o que pensamos, dizemos o que dizemos e fazemos o que fazemos?

  5. Brena Eduarda Alves
    11/05/2012

    Brena Eduarda técnico em agropecuária A.
    1. Que paralelos podemos estabelecer entre a personagem Neo, do filme Matrix, e o filósofo Sócrates?
    Sócrates passou a vida tentando convencer a sociedade de Atenas, Grécia que o que eles acham que é óbvio nem sempre é correto. Ele se esforçou para fazer o povo de Atenas despertar para a verdade. Da mesma forma Neo lutou contra a sociedade na Matriz. Ele lutou para mostrar impulsionar a verdade, que a matriz não era real.
    2. Por que Sócrates é considerado o “patrono da filosofia”?
    Porque ele jamais se contentou com as opiniões estabelecidas, com os preconceitos de sua sociedade e com as crenças mantidas inquestionáveis pelos seus conterrâneos. Em suma, Sócrates desconfiava das aparências e procurava a realidade verdadeira das coisas.
    3. O que Platão quis representar no Mito da Caverna?
    Na visão de mundo de Platão, como expresso no “Mito da Caverna”, os seres humanos existem no mundo de se tornar, um mundo que é impermanente e está sempre mudando. Um outro mundo existe que transcende este mundo.
    4. Que são as nossas crenças costumeiras?
    Crença são coisas ou ideias em que acreditamos sem questionar, que aceitamos porque são óbvias, evidentes.
    5. Em que momento passamos da atitude costumeira à atitude filosófica?
    Passamos para atitude costumeira quando estamos fazendo as mesmas coisas que todo mundo ja é acostumado a fazer.
    Para passarmos para a atitude filosófica é preciso aprendemos a fazer as nossas próprias perguntas e criarmos também as nossas próprias respostas.

    6. Quais as três principais perguntas que caracterizam a atitude filosófica?
    1) de causa ou motivo: Por que pensamos o que pensamos, dizemos o que dizemos e fazemos o que fazemos? 2) de conteúdo ou sentido: O que queremos pensar quando pensamos, dizer quando falamos, fazer quando agimos? 3) de intenção ou finalidade: Para que pensamos o que pensamos, dizemos o que dizemos e fazemos o que fazemos?

  6. Brena Eduarda Alves
    12/05/2012

    Brena Eduarda técnico em agropecuária A.
    1. Que paralelos podemos estabelecer entre a personagem Neo, do filme Matrix, e o filósofo Sócrates?
    Sócrates passou a vida tentando convencer a sociedade de Atenas, Grécia que o que eles acham que é óbvio nem sempre é correto. Ele se esforçou para fazer o povo de Atenas despertar para a verdade. Da mesma forma Neo lutou contra a sociedade na Matriz. Ele lutou para mostrar impulsionar a verdade, que a matriz não era real.
    2. Por que Sócrates é considerado o “patrono da filosofia”?
    Porque ele jamais se contentou com as opiniões estabelecidas, com os preconceitos de sua sociedade e com as crenças mantidas inquestionáveis pelos seus conterrâneos. Em suma, Sócrates desconfiava das aparências e procurava a realidade verdadeira das coisas.
    3. O que Platão quis representar no Mito da Caverna?
    Na visão de mundo de Platão, como expresso no “Mito da Caverna”, os seres humanos existem no mundo de se tornar, um mundo que é impermanente e está sempre mudando. Um outro mundo existe que transcende este mundo.
    4. Que são as nossas crenças costumeiras?
    Crença são coisas ou ideias em que acreditamos sem questionar, que aceitamos porque são óbvias, evidentes.
    5. Em que momento passamos da atitude costumeira à atitude filosófica?
    Passamos para atitude costumeira quando estamos fazendo as mesmas coisas que todo mundo já é acostumado a fazer.
    Para passarmos para a atitude filosófica é preciso aprendemos a fazer as nossas próprias perguntas e criarmos também as nossas próprias respostas.
    6. Quais as três principais perguntas que caracterizam a atitude filosófica?
    1) de causa ou motivo: Por que pensamos o que pensamos, dizemos o que dizemos e fazemos o que fazemos? 2) de conteúdo ou sentido: O que queremos pensar quando pensamos, dizer quando falamos, fazer quando agimos? 3) de intenção ou finalidade: Para que pensamos o que pensamos, dizemos o que dizemos e fazemos o que fazemos?

  7. Ana Luisa Mendes
    12/05/2012

    Ana Luisa Mendes em técnico em informatica A
    1. Que paralelos podemos estabelecer entre a personagem Neo, do filme Matrix, e o filósofo Sócrates?
    A maior semelhança entre Neo e Sócrates é a de que ambos travaram grandes batalhas mentais em suas jornadas ao desconfiar da realidade pré-estabelecida diante dos seus sentidos. Também podemos citar o fato de Sócrates afirmar ser instigado por um espírito interior, assim como Neo era com Morpheus.
    2. Por que Sócrates é considerado o “patrono da filosofia”?
    Porque ele lançou a base para desenvolvimento do que conhecemos como a filosofia.
    3. O que Platão quis representar no Mito da Caverna?
    O prisioneiro que sai da caverna tem a mesma atitude: não aceita o mundo dos preconceitos e das ilusões em que ele e seus companheiros viviam, decidindo-se assim sair do fundo da caverna por se sentir puxado pela própria verdade que subjaz em seu interior.
    4. Que são as nossas crenças costumeiras?
    Crenças costumeiras são aquilo em que acreditamos sem nos questionarmos. Por exemplo, quando alamos que, onde há fumaça, há fogo ou sobre que horas são ou que os namorados não conseguem se ver como realmente são, estamos expressando uma crença na causalidade, na existência do tempo e da subjetividade respectivamente. Além dessas, há inumeráveis crenças.
    5. Em que momento passamos da atitude costumeira à atitude filosófica?
    Para passarmos para a atitude filosófica é preciso aprendemos a fazer as nossas próprias perguntas e criarmos também as nossas próprias respostas.
    6. Quais as três principais perguntas que caracterizam a atitude filosófica?
    1. Perguntar o que é. 2. Perguntar como é. 3. Perguntar por que é. Estes questionamentos se referem ao mundo externo, e não ao
    interno, como acontece com a reflexão filosófica.

  8. Brena Eduarda Alves
    12/05/2012

    Brena Eduarda técnico em agropecuária A.
    1. Que paralelos podemos estabelecer entre a personagem Neo, do filme Matrix, e o filósofo Sócrates?
    Sócrates passou a vida tentando convencer a sociedade de Atenas, Grécia que o que eles acham que é óbvio nem sempre é correto. Ele se esforçou para fazer o povo de Atenas despertar para a verdade. Da mesma forma Neo lutou contra a sociedade na Matriz. Ele lutou para mostrar impulsionar a verdade, que a matriz não era real.
    2. Por que Sócrates é considerado o “patrono da filosofia”?
    Porque ele jamais se contentou com as opiniões estabelecidas, com os preconceitos de sua sociedade e com as crenças mantidas inquestionáveis pelos seus conterrâneos. Em suma, Sócrates desconfiava das aparências e procurava a realidade verdadeira das coisas.
    3. O que Platão quis representar no Mito da Caverna?
    Na visão de mundo de Platão, como expresso no “Mito da Caverna”, os seres humanos existem no mundo de se tornar, um mundo que é impermanente e está sempre mudando. Um outro mundo existe que transcende este mundo.
    4. Que são as nossas crenças costumeiras?
    Crença são coisas ou ideias em que acreditamos sem questionar, que aceitamos porque são óbvias, evidentes.
    5. Em que momento passamos da atitude costumeira à atitude filosófica?
    Passamos para atitude costumeira quando estamos fazendo as mesmas coisas que todo mundo ja é acostumado a fazer.
    Para passarmos para a atitude filosófica é preciso aprendemos a fazer as nossas próprias perguntas e criarmos também as nossas próprias respostas.
    6. Quais as três principais perguntas que caracterizam a atitude filosófica?
    1) de causa ou motivo: Por que pensamos o que pensamos, dizemos o que dizemos e fazemos o que fazemos? 2) de conteúdo ou sentido: O que queremos pensar quando pensamos, dizer quando falamos, fazer quando agimos? 3) de intenção ou finalidade: Para que pensamos o que pensamos, dizemos o que dizemos e fazemos o que fazemos?

  9. Brena Eduarda
    12/05/2012

    Brena Eduarda técnico em agropecuária A.
    1. Que paralelos podemos estabelecer entre a personagem Neo, do filme Matrix, e o filósofo Sócrates?
    Sócrates passou a vida tentando convencer a sociedade de Atenas, Grécia que o que eles acham que é óbvio nem sempre é correto. Ele se esforçou para fazer o povo de Atenas despertar para a verdade. Da mesma forma Neo lutou contra a sociedade na Matriz. Ele lutou para mostrar impulsionar a verdade, que a matriz não era real.
    2. Por que Sócrates é considerado o “patrono da filosofia”?
    Porque ele jamais se contentou com as opiniões estabelecidas, com os preconceitos de sua sociedade e com as crenças mantidas inquestionáveis pelos seus conterrâneos. Em suma, Sócrates desconfiava das aparências e procurava a realidade verdadeira das coisas.
    3. O que Platão quis representar no Mito da Caverna?
    Na visão de mundo de Platão, como expresso no “Mito da Caverna”, os seres humanos existem no mundo de se tornar, um mundo que é impermanente e está sempre mudando. Um outro mundo existe que transcende este mundo.
    4. Que são as nossas crenças costumeiras?
    Crença são coisas ou ideias em que acreditamos sem questionar, que aceitamos porque são óbvias, evidentes.
    5. Em que momento passamos da atitude costumeira à atitude filosófica?
    Passamos para atitude costumeira quando estamos fazendo as mesmas coisas que todo mundo ja é acostumado a fazer.
    Para passarmos para a atitude filosófica é preciso aprendemos a fazer as nossas próprias perguntas e criarmos também as nossas próprias respostas.

    6. Quais as três principais perguntas que caracterizam a atitude filosófica?
    1) de causa ou motivo: Por que pensamos o que pensamos, dizemos o que dizemos e fazemos o que fazemos? 2) de conteúdo ou sentido: O que queremos pensar quando pensamos, dizer quando falamos, fazer quando agimos? 3) de intenção ou finalidade: Para que pensamos o que pensamos, dizemos o que dizemos e fazemos o que fazemos?

  10. Alexandre Rabello - Info A - 1 Ano
    12/05/2012

    1. Que paralelos podemos estabelecer entre a personagem Neo, do filme Matrix, e o filósofo Sócrates?
    R: Pelo motivo dos dois sempre pergunta “O que é?” era o questionamento sobre a realidade essencial e profunda de uma coisa para além das aparências e contra as aparências.

    2. Por que Sócrates é considerado o “patrono da filosofia”?
    R: Porque jamais se contentou com as opiniões estabelecidas, com os preconceitos de sua sociedade, com as crenças inquestionadas de seus conterrâneos. Ele costumava dizer que era impelido por um espírito interior (como Morfeu instigando Neo) que o levava a desconfiar das aparências e procurar a realidade verdadeira das coisas.

    3. O que Platão quis representar no Mito da Caverna?
    R: Mostra que só a dialogo que pode enfrentar o mundo, e platao se pergunta po que o mundo é daquele jeito, se o dialogo resolve tudo. O mundo em que vivemos
    o prisioneiro que se liberta e sai da caverna.

    4. Que são as nossas crenças costumeiras?
    R: Em nossa vida cotidiana, afirmamos, negamos, desejamos, aceitamos ou recusamos coisas, pessoas, situações.

    5. Em que momento passamos da atitude costumeira à atitude filosófica?
    R: De quando agente deixa de viver aquelas atitudes costumeiras e passa a fazer perguntas sobre o porque.

    6. Quais as três principais perguntas que caracterizam a atitude filosófica?
    R: Perguntar o que é (uma coisa, um valor, uma idéia, um comportamento). Ou seja, a filosofia pergunta qual é a realidade e qual é a significação de algo, não importa o que;
    Perguntar como é (uma coisa, uma idéia, um valor, um comportamento). Ou seja, a filosofia indaga como é a estrutura de sistemas de relações que constitui a realidade de algo;
    Perguntar por que é (uma coisa, uma idéia, um valor, um comportamento). Ou seja, porque algo existe, qual é a origem ou a causa de uma coisa, de uma idéia, de um valor, de um comportamento.

  11. 1. Que paralelos podemos estabelecer entre a personagem Neo, do filme Matrix, e o filósofo Sócrates?
    R: Todos eles sempre se perguntaram o porque, sempre em duvida, e levando a duvida as pessoas, isso vez com que tivesse algo em comum. A pergunta “O que é?” era o questionamento sobre a realidade essencial e profunda de uma coisa para além das aparências e contra as aparências. Com essa pergunta, Sócrates levava os atenienses a descobrir a diferença entre parecer e ser, entre mera crença ou opinião e verdade.

    2. Por que Sócrates é considerado o “patrono da filosofia”?
    R:Porque jamais se contentou com as opiniões estabelecidas, com os preconceitos de sua sociedade, com as crenças inquestionadas de seus conterrâneos. Ele costumava dizer que era impelido por um espírito interior (como Morfeu instigando Neo) que o levava a desconfiar das aparências e procurar a realidade verdadeira das coisas.

    3. O que Platão quis representar no Mito da Caverna?
    R: A falta de Dialogo, levando as pessoas a viver em seu mundo de escuridão, e nao aceita adiante novas coisas.

    4. Que são as nossas crenças costumeiras?
    R: Em nossa vida cotidiana, afirmamos, negamos, desejamos, aceitamos ou recusamos coisas, pessoas, situações.

    5. Em que momento passamos da atitude costumeira à atitude filosófica?
    R: quando deixamos de deixas as coisas acontecer por acontercer, e começamos a perguntar o porque daquilo, assim passando a pensar sobre as coisas e tomar atitudes.

    6. Quais as três principais perguntas que caracterizam a atitude filosófica?
    R: Perguntar o que é (uma coisa, um valor, uma idéia, um comportamento). Ou seja, a filosofia pergunta qual é a realidade e qual é a significação de algo, não importa o que;
    · Perguntar como é (uma coisa, uma idéia, um valor, um comportamento). Ou seja, a filosofia indaga como é a estrutura de sistemas de relações que constitui a realidade de algo;
    · Perguntar por que é (uma coisa, uma idéia, um valor, um comportamento). Ou seja, porque algo existe, qual é a origem ou a causa de uma coisa, de uma idéia, de um valor, de um comportamento.

  12. Alexandre Rabello - Info A - 1 Ano
    12/05/2012

    1. Que paralelos podemos estabelecer entre a personagem Neo, do filme Matrix, e o filósofo Sócrates?
    R: Todos eles sempre se perguntaram o porque, sempre em duvida, e levando a duvida as pessoas, isso vez com que tivesse algo em comum. A pergunta “O que é?” era o questionamento sobre a realidade essencial e profunda de uma coisa para além das aparências e contra as aparências. Com essa pergunta, Sócrates levava os atenienses a descobrir a diferença entre parecer e ser, entre mera crença ou opinião e verdade.

    2. Por que Sócrates é considerado o “patrono da filosofia”?
    R:Porque jamais se contentou com as opiniões estabelecidas, com os preconceitos de sua sociedade, com as crenças inquestionadas de seus conterrâneos. Ele costumava dizer que era impelido por um espírito interior (como Morfeu instigando Neo) que o levava a desconfiar das aparências e procurar a realidade verdadeira das coisas.

    3. O que Platão quis representar no Mito da Caverna?
    R: A falta de Dialogo, levando as pessoas a viver em seu mundo de escuridão, e nao aceita adiante novas coisas.

    4. Que são as nossas crenças costumeiras?
    R: Em nossa vida cotidiana, afirmamos, negamos, desejamos, aceitamos ou recusamos coisas, pessoas, situações.

    5. Em que momento passamos da atitude costumeira à atitude filosófica?
    R: quando deixamos de deixas as coisas acontecer por acontercer, e começamos a perguntar o porque daquilo, assim passando a pensar sobre as coisas e tomar atitudes.

    6. Quais as três principais perguntas que caracterizam a atitude filosófica?
    R: Perguntar o que é (uma coisa, um valor, uma idéia, um comportamento). Ou seja, a filosofia pergunta qual é a realidade e qual é a significação de algo, não importa o que;
    · Perguntar como é (uma coisa, uma idéia, um valor, um comportamento). Ou seja, a filosofia indaga como é a estrutura de sistemas de relações que constitui a realidade de algo;
    · Perguntar por que é (uma coisa, uma idéia, um valor, um comportamento). Ou seja, porque algo existe, qual é a origem ou a causa de uma coisa, de uma idéia, de um valor, de um comportamento..

  13. brena eduarda
    12/05/2012

    Brena Eduarda técnico em agropecuária A.

    1. Que paralelos podemos estabelecer entre a personagem Neo, do filme Matrix, e o filósofo Sócrates?

    Sócrates passou a vida tentando convencer a sociedade de Atenas, Grécia que o que eles acham que é óbvio nem sempre é correto. Ele se esforçou para fazer o povo de Atenas despertar para a verdade. Da mesma forma Neo lutou contra a sociedade na Matriz. Ele lutou para mostrar impulsionar a verdade, que a matriz não era real.

    2. Por que Sócrates é considerado o “patrono da filosofia”?

    Porque ele jamais se contentou com as opiniões estabelecidas, com os preconceitos de sua sociedade e com as crenças mantidas inquestionáveis pelos seus conterrâneos. Em suma, Sócrates desconfiava das aparências e procurava a realidade verdadeira das coisas.

    3. O que Platão quis representar no Mito da Caverna?

    Na visão de mundo de Platão, como expresso no “Mito da Caverna”, os seres humanos existem no mundo de se tornar, um mundo que é impermanente e está sempre mudando. Um outro mundo existe que transcende este mundo.

    4. Que são as nossas crenças costumeiras?

    Crença são coisas ou ideias em que acreditamos sem questionar, que aceitamos porque são óbvias, evidentes.

    5. Em que momento passamos da atitude costumeira à atitude filosófica?

    Passamos para atitude costumeira quando estamos fazendo as mesmas coisas que todo mundo ja é acostumado a fazer.

    Para passarmos para a atitude filosófica é preciso aprendemos a fazer as nossas próprias perguntas e criarmos também as nossas próprias respostas.

    6. Quais as três principais perguntas que caracterizam a atitude filosófica?

    1) de causa ou motivo: Por que pensamos o que pensamos, dizemos o que dizemos e fazemos o que fazemos? 2) de conteúdo ou sentido: O que queremos pensar quando pensamos, dizer quando falamos, fazer quando agimos? 3) de intenção ou finalidade: Para que pensamos o que pensamos, dizemos o que dizemos e fazemos o que fazemos?

  14. Lucas alves de oliveira
    12/05/2012

    1. Que paralelos podemos estabelecer entre a personagem Neo, do filme Matrix, e o filósofo Sócrates? Binelo na obra de platão a República onde lemos a parábola ” alegoria da Caverna” Sócrates comenta escuridão e a luz fazendo referencia a ignorância e a verdade A personagem Neo conquista a liberdade , pois ela tbém era escrava da ignorancia,através de uma pilula. Poderia -se dizer q. está estabelecido o paralelo.
    2. Por que Sócrates é considerado o “patrono da filosofia”? Pq a filosofia tem por fundamental objetivo fazer as pessoas indagarem sobre tudo e sobre todos…e Sócrates foi o primeiro filósofo q começou a perceber o quanto ele era ignorante das coisas…
    Por exemplo: vc sabe o q é justiça? o que é ser bom? vc até pode dar sua resposta, mas não tem certeza se é realmente isso…assim era Sócrates…ele viviam questionando as pessoas em relação ao homem e o universo…tanto é q na época dele, os aristocratas se achavam os sábios das coisas, mas quando Sócrates fazia esse tipo de pergunta para eles, ficavam embaraçados e irritados com o atrevimento desse filósofo, por isso q o coitado morreu…foi condenado à morte pela côrte grega por “corromper a juventude”, pois sócrates conversava com as pessoas frente a frente nas ruas, fazia essas perguntas entre tantas outras, e quando as pessoas deixavam a hipocrisia de lado, passaram a seguir sócrates, ser seus discípulos, principalemnte os jovens…e para os aristocratas era inadimissível q um homem como sócrates fizesse as pessoas drescrerem nos ensinamentos de seus governantes…e ele ficou famoso por preferir morrer a ter q deixar de filosofar…é isso.
    3. O que Platão quis representar no Mito da Caverna? O mito da caverna, também chamada de Alegoria da caverna, é uma parábola escrita pelo filósofo Platão, e encontra-se na obra intitulada A República (livro VII). Trata-se da exemplificação de como podemos nos libertar da condição de escuridão que nos aprisiona através da luz da verdade.

    Alguns ainda chamam de Os prisioneiros da caverna ou menos comumente de A parábola da caverna.

    Imaginemos um muro bem alto separando o mundo externo e uma caverna. Na caverna existe uma fresta por onde passa um feixe de luz exterior. No interior da caverna permanecem seres humanos, que nasceram e cresceram ali.

    Ficam de costas para a entrada, acorrentados, sem poder locomover-se, forçados a olhar somente a parede do fundo da caverna, onde são projetadas sombras de outros homens que, além do muro, mantêm acesa uma fogueira.

    Os prisioneiros julgam que essas sombras sejam a realidade.

    Um dos prisioneiros decide abandonar essa condição e fabrica um instrumento com o qual quebra os grilhões. Aos poucos vai se movendo e avança na direção do muro e o escala, com dificuldade enfrenta os obstáculos que encontra e sai da caverna, descobrindo não apenas que as sombras eram feitas por homens como eles, e mais além todo o mundo e a natureza.

    Enfim:

    O mito da caverna é uma metáfora da condição humana perante o mundo, no que diz respeito à importância do conhecimento filosófico e à educação como forma de superação da ignorância, isto é, a passagem gradativa do senso comum enquanto visão de mundo e explicação da realidade para o conhecimento filosófico, que é racional, sistemático e organizado, que busca as respostas não no acaso, mas na causalidade.

    Segundo a metáfora de Platão, o processo para a obtenção da consciência abrange dois domínios: o domínio das coisas sensíveis (eikasia e pístis) e o domínio das idéias (diánoia e nóesis). Para o filósofo, a realidade está no mundo das idéias e a maioria da humanidade vive na condição da ignorância, no mundo ilusório das coisas sensíveis, no grau da apreensão de imagens (eikasia), as quais são mutáveis, corruptiveis, não são funcionais e, por isso, não são objetos de conhecimento.
    4. Que são as nossas crenças costumeiras? Seria necessário o contexto da frase, pois crenças costumeiras pode estar relacionada a um tema específico.

    De um modo geral quer dizer respeito ao senso comum, à sabedoria popular.Crença é tudo aquilo que não possui comprovação científica, ou de outro modo seria um fato.

    Por exemplo, é uma crença costumeira que manga com leite faz mal á saúde, ao estômago.
    É uma crença costumeirra que cortar o cabelo na lua cheia faz com que ele cresça mais rápido.
    Também é uma crença que apontar estrelas provoca verrugas… e por aí afora..
    5. Em que momento passamos da atitude costumeira à atitude filosófica? Todos nós somos filósofos, uma vez que pensamos, indagamos, criticamos, tentamos respostas e soluções e esbarramos em dúvidas e incertezas, buscando a sabedoria e a verdade.

    A filosofia é imprescindível na formação do cidadão pois todos precisam de uma reflexão filosófica para o aumento da consciência crítica e para a participação na comunidade em que pertence.
    6. Quais as três principais perguntas que caracterizam a atitude filosófica?Oque é?,por que?,é como?.

  15. Lucas alves de oliveira
    12/05/2012

    1. Que paralelos podemos estabelecer entre a personagem Neo, do filme Matrix, e o filósofo Sócrates? Binelo na obra de platão a República onde lemos a parábola ” alegoria da Caverna” Sócrates comenta escuridão e a luz fazendo referencia a ignorância e a verdade A personagem Neo conquista a liberdade , pois ela tbém era escrava da ignorancia,através de uma pilula. Poderia -se dizer q. está estabelecido o paralelo.
    2. Por que Sócrates é considerado o “patrono da filosofia”? Pq a filosofia tem por fundamental objetivo fazer as pessoas indagarem sobre tudo e sobre todos…e Sócrates foi o primeiro filósofo q começou a perceber o quanto ele era ignorante das coisas…
    Por exemplo: vc sabe o q é justiça? o que é ser bom? vc até pode dar sua resposta, mas não tem certeza se é realmente isso…assim era Sócrates…ele viviam questionando as pessoas em relação ao homem e o universo…tanto é q na época dele, os aristocratas se achavam os sábios das coisas, mas quando Sócrates fazia esse tipo de pergunta para eles, ficavam embaraçados e irritados com o atrevimento desse filósofo, por isso q o coitado morreu…foi condenado à morte pela côrte grega por “corromper a juventude”, pois sócrates conversava com as pessoas frente a frente nas ruas, fazia essas perguntas entre tantas outras, e quando as pessoas deixavam a hipocrisia de lado, passaram a seguir sócrates, ser seus discípulos, principalemnte os jovens…e para os aristocratas era inadimissível q um homem como sócrates fizesse as pessoas drescrerem nos ensinamentos de seus governantes…e ele ficou famoso por preferir morrer a ter q deixar de filosofar…é isso.
    3. O que Platão quis representar no Mito da Caverna? O mito da caverna, também chamada de Alegoria da caverna, é uma parábola escrita pelo filósofo Platão, e encontra-se na obra intitulada A República (livro VII). Trata-se da exemplificação de como podemos nos libertar da condição de escuridão que nos aprisiona através da luz da verdade.

    Alguns ainda chamam de Os prisioneiros da caverna ou menos comumente de A parábola da caverna.

    Imaginemos um muro bem alto separando o mundo externo e uma caverna. Na caverna existe uma fresta por onde passa um feixe de luz exterior. No interior da caverna permanecem seres humanos, que nasceram e cresceram ali.

    Ficam de costas para a entrada, acorrentados, sem poder locomover-se, forçados a olhar somente a parede do fundo da caverna, onde são projetadas sombras de outros homens que, além do muro, mantêm acesa uma fogueira.

    Os prisioneiros julgam que essas sombras sejam a realidade.

    Um dos prisioneiros decide abandonar essa condição e fabrica um instrumento com o qual quebra os grilhões. Aos poucos vai se movendo e avança na direção do muro e o escala, com dificuldade enfrenta os obstáculos que encontra e sai da caverna, descobrindo não apenas que as sombras eram feitas por homens como eles, e mais além todo o mundo e a natureza.

    Enfim:

    O mito da caverna é uma metáfora da condição humana perante o mundo, no que diz respeito à importância do conhecimento filosófico e à educação como forma de superação da ignorância, isto é, a passagem gradativa do senso comum enquanto visão de mundo e explicação da realidade para o conhecimento filosófico, que é racional, sistemático e organizado, que busca as respostas não no acaso, mas na causalidade.

    Segundo a metáfora de Platão, o processo para a obtenção da consciência abrange dois domínios: o domínio das coisas sensíveis (eikasia e pístis) e o domínio das idéias (diánoia e nóesis). Para o filósofo, a realidade está no mundo das idéias e a maioria da humanidade vive na condição da ignorância, no mundo ilusório das coisas sensíveis, no grau da apreensão de imagens (eikasia), as quais são mutáveis, corruptiveis, não são funcionais e, por isso, não são objetos de conhecimento.
    4. Que são as nossas crenças costumeiras? Seria necessário o contexto da frase, pois crenças costumeiras pode estar relacionada a um tema específico.

    De um modo geral quer dizer respeito ao senso comum, à sabedoria popular.Crença é tudo aquilo que não possui comprovação científica, ou de outro modo seria um fato.

    Por exemplo, é uma crença costumeira que manga com leite faz mal á saúde, ao estômago.
    É uma crença costumeirra que cortar o cabelo na lua cheia faz com que ele cresça mais rápido.
    Também é uma crença que apontar estrelas provoca verrugas… e por aí afora..
    5. Em que momento passamos da atitude costumeira à atitude filosófica? Todos nós somos filósofos, uma vez que pensamos, indagamos, criticamos, tentamos respostas e soluções e esbarramos em dúvidas e incertezas, buscando a sabedoria e a verdade.
    1. Que paralelos podemos estabelecer entre a personagem Neo, do filme Matrix, e o filósofo Sócrates? Binelo na obra de platão a República onde lemos a parábola ” alegoria da Caverna” Sócrates comenta escuridão e a luz fazendo referencia a ignorância e a verdade A personagem Neo conquista a liberdade , pois ela tbém era escrava da ignorancia,através de uma pilula. Poderia -se dizer q. está estabelecido o paralelo.
    2. Por que Sócrates é considerado o “patrono da filosofia”? Pq a filosofia tem por fundamental objetivo fazer as pessoas indagarem sobre tudo e sobre todos…e Sócrates foi o primeiro filósofo q começou a perceber o quanto ele era ignorante das coisas…
    Por exemplo: vc sabe o q é justiça? o que é ser bom? vc até pode dar sua resposta, mas não tem certeza se é realmente isso…assim era Sócrates…ele viviam questionando as pessoas em relação ao homem e o universo…tanto é q na época dele, os aristocratas se achavam os sábios das coisas, mas quando Sócrates fazia esse tipo de pergunta para eles, ficavam embaraçados e irritados com o atrevimento desse filósofo, por isso q o coitado morreu…foi condenado à morte pela côrte grega por “corromper a juventude”, pois sócrates conversava com as pessoas frente a frente nas ruas, fazia essas perguntas entre tantas outras, e quando as pessoas deixavam a hipocrisia de lado, passaram a seguir sócrates, ser seus discípulos, principalemnte os jovens…e para os aristocratas era inadimissível q um homem como sócrates fizesse as pessoas drescrerem nos ensinamentos de seus governantes…e ele ficou famoso por preferir morrer a ter q deixar de filosofar…é isso.
    3. O que Platão quis representar no Mito da Caverna? O mito da caverna, também chamada de Alegoria da caverna, é uma parábola escrita pelo filósofo Platão, e encontra-se na obra intitulada A República (livro VII). Trata-se da exemplificação de como podemos nos libertar da condição de escuridão que nos aprisiona através da luz da verdade.

    Alguns ainda chamam de Os prisioneiros da caverna ou menos comumente de A parábola da caverna.

    Imaginemos um muro bem alto separando o mundo externo e uma caverna. Na caverna existe uma fresta por onde passa um feixe de luz exterior. No interior da caverna permanecem seres humanos, que nasceram e cresceram ali.

    Ficam de costas para a entrada, acorrentados, sem poder locomover-se, forçados a olhar somente a parede do fundo da caverna, onde são projetadas sombras de outros homens que, além do muro, mantêm acesa uma fogueira.

    Os prisioneiros julgam que essas sombras sejam a realidade.

    Um dos prisioneiros decide abandonar essa condição e fabrica um instrumento com o qual quebra os grilhões. Aos poucos vai se movendo e avança na direção do muro e o escala, com dificuldade enfrenta os obstáculos que encontra e sai da caverna, descobrindo não apenas que as sombras eram feitas por homens como eles, e mais além todo o mundo e a natureza.

    Enfim:

    O mito da caverna é uma metáfora da condição humana perante o mundo, no que diz respeito à importância do conhecimento filosófico e à educação como forma de superação da ignorância, isto é, a passagem gradativa do senso comum enquanto visão de mundo e explicação da realidade para o conhecimento filosófico, que é racional, sistemático e organizado, que busca as respostas não no acaso, mas na causalidade.

    Segundo a metáfora de Platão, o processo para a obtenção da consciência abrange dois domínios: o domínio das coisas sensíveis (eikasia e pístis) e o domínio das idéias (diánoia e nóesis). Para o filósofo, a realidade está no mundo das idéias e a maioria da humanidade vive na condição da ignorância, no mundo ilusório das coisas sensíveis, no grau da apreensão de imagens (eikasia), as quais são mutáveis, corruptiveis, não são funcionais e, por isso, não são objetos de conhecimento.
    4. Que são as nossas crenças costumeiras? Seria necessário o contexto da frase, pois crenças costumeiras pode estar relacionada a um tema específico.

    De um modo geral quer dizer respeito ao senso comum, à sabedoria popular.Crença é tudo aquilo que não possui comprovação científica, ou de outro modo seria um fato.

    Por exemplo, é uma crença costumeira que manga com leite faz mal á saúde, ao estômago.
    É uma crença costumeirra que cortar o cabelo na lua cheia faz com que ele cresça mais rápido.
    Também é uma crença que apontar estrelas provoca verrugas… e por aí afora..
    5. Em que momento passamos da atitude costumeira à atitude filosófica? Todos nós somos filósofos, uma vez que pensamos, indagamos, criticamos, tentamos respostas e soluções e esbarramos em dúvidas e incertezas, buscando a sabedoria e a verdade.

    A filosofia é imprescindível na formação do cidadão pois todos precisam de uma reflexão filosófica para o aumento da consciência crítica e para a participação na comunidade em que pertence.
    6. Quais as três principais perguntas que caracterizam a atitude filosófica?Oque é?,por que?,é como?.

  16. brena eduarda alves
    12/05/2012

    Brena Eduarda técnico em agropecuária A.

    1. Que paralelos podemos estabelecer entre a personagem Neo, do filme Matrix, e o filósofo Sócrates?

    Sócrates passou a vida tentando convencer a sociedade de Atenas, Grécia que o que eles acham que é óbvio nem sempre é correto. Ele se esforçou para fazer o povo de Atenas despertar para a verdade. Da mesma forma Neo lutou contra a sociedade na Matriz. Ele lutou para mostrar impulsionar a verdade, que a matriz não era real.

    2. Por que Sócrates é considerado o “patrono da filosofia”?

    Porque ele jamais se contentou com as opiniões estabelecidas, com os preconceitos de sua sociedade e com as crenças mantidas inquestionáveis pelos seus conterrâneos. Em suma, Sócrates desconfiava das aparências e procurava a realidade verdadeira das coisas.

    3. O que Platão quis representar no Mito da Caverna?

    Na visão de mundo de Platão, como expresso no “Mito da Caverna”, os seres humanos existem no mundo de se tornar, um mundo que é impermanente e está sempre mudando. Um outro mundo existe que transcende este mundo.

    4. Que são as nossas crenças costumeiras?

    Crença são coisas ou ideias em que acreditamos sem questionar, que aceitamos porque são óbvias, evidentes.

    5. Em que momento passamos da atitude costumeira à atitude filosófica?

    Passamos para atitude costumeira quando estamos fazendo as mesmas coisas que todo mundo ja é acostumado a fazer.

    Para passarmos para a atitude filosófica é preciso aprendemos a fazer as nossas próprias perguntas e criarmos também as nossas próprias respostas.

    6. Quais as três principais perguntas que caracterizam a atitude filosófica?

    1) de causa ou motivo: Por que pensamos o que pensamos, dizemos o que dizemos e fazemos o que fazemos? 2) de conteúdo ou sentido: O que queremos pensar quando pensamos, dizer quando falamos, fazer quando agimos? 3) de intenção ou finalidade: Para que pensamos o que pensamos, dizemos o que dizemos e fazemos o que fazemos?

  17. brena eduarda alves
    12/05/2012

    1. Que paralelos podemos estabelecer entre a personagem Neo, do filme Matrix, e o filósofo Sócrates?

    Sócrates passou a vida tentando convencer a sociedade de Atenas, Grécia que o que eles acham que é óbvio nem sempre é correto. Ele se esforçou para fazer o povo de Atenas despertar para a verdade. Da mesma forma Neo lutou contra a sociedade na Matriz. Ele lutou para mostrar impulsionar a verdade, que a matriz não era real.

    2. Por que Sócrates é considerado o “patrono da filosofia”?

    Porque ele jamais se contentou com as opiniões estabelecidas, com os preconceitos de sua sociedade e com as crenças mantidas inquestionáveis pelos seus conterrâneos. Em suma, Sócrates desconfiava das aparências e procurava a realidade verdadeira das coisas.

    3. O que Platão quis representar no Mito da Caverna?

    Na visão de mundo de Platão, como expresso no “Mito da Caverna”, os seres humanos existem no mundo de se tornar, um mundo que é impermanente e está sempre mudando. Um outro mundo existe que transcende este mundo.

    4. Que são as nossas crenças costumeiras?

    Crença são coisas ou ideias em que acreditamos sem questionar, que aceitamos porque são óbvias, evidentes.

    5. Em que momento passamos da atitude costumeira à atitude filosófica?

    Passamos para atitude costumeira quando estamos fazendo as mesmas coisas que todo mundo ja é acostumado a fazer.

    Para passarmos para a atitude filosófica é preciso aprendemos a fazer as nossas próprias perguntas e criarmos também as nossas próprias respostas.

    6. Quais as três principais perguntas que caracterizam a atitude filosófica?

    1) de causa ou motivo: Por que pensamos o que pensamos, dizemos o que dizemos e fazemos o que fazemos? 2) de conteúdo ou sentido: O que queremos pensar quando pensamos, dizer quando falamos, fazer quando agimos? 3) de intenção ou finalidade: Para que pensamos o que pensamos, dizemos o que dizemos e fazemos o que fazemos?

  18. Brena Eduarda Alves Dos Santos
    12/05/2012

    Brena Eduarda Alves dos santos – 1° agro I

    1. Que paralelos podemos estabelecer entre a personagem Neo, do filme Matrix, e o filósofo Sócrates?

    Sócrates passou a vida tentando convencer a sociedade de Atenas, Grécia que o que eles acham que é óbvio nem sempre é correto. Ele se esforçou para fazer o povo de Atenas despertar para a verdade. Da mesma forma Neo lutou contra a sociedade na Matriz. Ele lutou para mostrar impulsionar a verdade, que a matriz não era real.

    2. Por que Sócrates é considerado o “patrono da filosofia”?

    Porque ele jamais se contentou com as opiniões estabelecidas, com os preconceitos de sua sociedade e com as crenças mantidas inquestionáveis pelos seus conterrâneos. Em suma, Sócrates desconfiava das aparências e procurava a realidade verdadeira das coisas.

    3. O que Platão quis representar no Mito da Caverna?

    Na visão de mundo de Platão, como expresso no “Mito da Caverna”, os seres humanos existem no mundo de se tornar, um mundo que é impermanente e está sempre mudando. Um outro mundo existe que transcende este mundo.

    4. Que são as nossas crenças costumeiras?

    Crença são coisas ou ideias em que acreditamos sem questionar, que aceitamos porque são óbvias, evidentes.

    5. Em que momento passamos da atitude costumeira à atitude filosófica?

    Passamos para atitude costumeira quando estamos fazendo as mesmas coisas que todo mundo ja é acostumado a fazer.

    Para passarmos para a atitude filosófica é preciso aprendemos a fazer as nossas próprias perguntas e criarmos também as nossas próprias respostas.

    6. Quais as três principais perguntas que caracterizam a atitude filosófica?

    1) de causa ou motivo: Por que pensamos o que pensamos, dizemos o que dizemos e fazemos o que fazemos? 2) de conteúdo ou sentido: O que queremos pensar quando pensamos, dizer quando falamos, fazer quando agimos? 3) de intenção ou finalidade: Para que pensamos o que pensamos, dizemos o que dizemos e fazemos o que fazemos?

  19. Brena Eduarda
    12/05/2012

    Brena Eduarda Alves dos santos – 1° agro I

    1. Que paralelos podemos estabelecer entre a personagem Neo, do filme Matrix, e o filósofo Sócrates?

    Sócrates passou a vida tentando convencer a sociedade de Atenas, Grécia que o que eles acham que é óbvio nem sempre é correto. Ele se esforçou para fazer o povo de Atenas despertar para a verdade. Da mesma forma Neo lutou contra a sociedade na Matriz. Ele lutou para mostrar impulsionar a verdade, que a matriz não era real.

    2. Por que Sócrates é considerado o “patrono da filosofia”?

    Porque ele jamais se contentou com as opiniões estabelecidas, com os preconceitos de sua sociedade e com as crenças mantidas inquestionáveis pelos seus conterrâneos. Em suma, Sócrates desconfiava das aparências e procurava a realidade verdadeira das coisas.

    3. O que Platão quis representar no Mito da Caverna?

    Na visão de mundo de Platão, como expresso no “Mito da Caverna”, os seres humanos existem no mundo de se tornar, um mundo que é impermanente e está sempre mudando. Um outro mundo existe que transcende este mundo.

    4. Que são as nossas crenças costumeiras?

    Crença são coisas ou ideias em que acreditamos sem questionar, que aceitamos porque são óbvias, evidentes.

    5. Em que momento passamos da atitude costumeira à atitude filosófica?

    Passamos para atitude costumeira quando estamos fazendo as mesmas coisas que todo mundo ja é acostumado a fazer.

    Para passarmos para a atitude filosófica é preciso aprendemos a fazer as nossas próprias perguntas e criarmos também as nossas próprias respostas.

    6. Quais as três principais perguntas que caracterizam a atitude filosófica?

    1) de causa ou motivo: Por que pensamos o que pensamos, dizemos o que dizemos e fazemos o que fazemos? 2) de conteúdo ou sentido: O que queremos pensar quando pensamos, dizer quando falamos, fazer quando agimos? 3) de intenção ou finalidade: Para que pensamos o que pensamos, dizemos o que dizemos e fazemos o que fazemos?

  20. Anônimo
    13/05/2012

    Diogo Faria Mota 1°Ano B info 2
    Comentário…
    “A diversidadade de ideias implica várias vezes o convívio em sociedade. Há indivíduos que defendem abertamente suas ideias causando conflitos e há tambem os que defendem suas ideias desfarçadamente, o que podemos chamar de crenças silenciosas.A orientação de ideias e das crenças de um indivíduo não deve afetar o espaço do outro. O essencial para se viver em sociedade é o respeito mútuo e a preservação da vida,pondo o ser humano como ser fundamental e valorizando o seu modo de pensar e de agir desde que isso não impossibilite a ordem social.”

  21. Rhanderis_1ºAno_InfoA_Nº31
    13/05/2012

    Aluno: Rhanderis Lisboa Nº:31
    Série: 1º ano info A

    1. Que paralelos podemos estabelecer entre a personagem Neo, do filme Matrix, e o filósofo Sócrates?

    E que Neo e Sócrates eram impelidos por um espírito (não achei uma palavra melhor para descrever, pois Morfeu não era um espirito) interior que os levavam a desconfiar das aparências e a procurar a realidade verdadeira das coisas.

    2. Por que Sócrates é considerado o “patrono da filosofia”?

    Porque ele nunca se contentou com as opiniões estabelecidas, com os preconceitos de sua sociedade e com as crenças inquestionadas de seus conterrâneos.

    3. O que Platão quis representar no Mito da Caverna?

    Quis dizer que temos que abrir os olhos para novos caminhos. Pois nem tudo em que acreditamos e real.

    4. Que são as nossas crenças costumeiras?

    É aquilo que não possui comprovação científica e vem da sabedoria polular.

    5. Em que momento passamos da atitude costumeira à atitude filosófica?

    Quando deixamos de acreditar nas crenças e passamos a discutir e criticar os fatos.

    6. Quais as três principais perguntas que caracterizam a atitude filosófica?

    1-”oque é?” 2-”Qual é?” 3-”Porque é?”

  22. Aluno: Rhanderis Lisboa Nº:31
    Série: 1º ano info A

    1. Que paralelos podemos estabelecer entre a personagem Neo, do filme Matrix, e o filósofo Sócrates?

    E que Neo e Sócrates eram impelidos por um espírito (não achei uma palavra melhor para descrever, pois Morfeu não era um espirito) interior que os levavam a desconfiar das aparências e a procurar a realidade verdadeira das coisas.

    2. Por que Sócrates é considerado o “patrono da filosofia”?

    Porque ele nunca se contentou com as opiniões estabelecidas, com os preconceitos de sua sociedade e com as crenças inquestionadas de seus conterrâneos.

    3. O que Platão quis representar no Mito da Caverna?

    Quis dizer que temos que abrir os olhos para novos caminhos. Pois nem tudo em que acreditamos e real.

    4. Que são as nossas crenças costumeiras?

    É aquilo que não possui comprovação científica e vem da sabedoria polular.

    5. Em que momento passamos da atitude costumeira à atitude filosófica?

    Quando deixamos de acreditar nas crenças e passamos a discutir e criticar os fatos.

    6. Quais as três principais perguntas que caracterizam a atitude filosófica?

    1-”oque é?” 2-”Qual é?” 3-”Porque é?”

    obs: O Primeiro não quis enviar

  23. karoline Faria Guimaraes
    14/05/2012

    1 infor 1

    1.Que paralelos podemos estabelecer entre a personagem Neo, do filme Matrix, e o filósofo Sócrates?
    Porque ele era um pirata eletrônico, alguém capaz de invadir programas, decifrar códigos e mensagens, mas, sobretudo, porque ele também era um criador de programas de realidade virtual, um perito capaz de rivalizar com a própria Matrix. Por ter um poder semelhante ao da Matrix, Neo sempre desconfiou de que a realidade não era exatamente tal como se apresentava. Sempre teve dúvidas sobre a realidade percebida e, secretamente, questionava o que era a Matrix.
    2. Por que Sócrates é considerado o “patrono da filosofia”?
    Sócrates ,jamais se contentou com as opiniões estabelecidas, com os preconceitos de sua sociedade, com as crenças inquestionadas de seus conterrâneos. Ele costumava dizer que era impelido por um espírito interior (como Morfeu instigando Neo) que o levava a desconfiar das aparências e procurar a realidade verdadeira das coisas.
    3. O que Platão quis representar no Mito da Caverna?
    Imaginemos, escreve Platão, uma caverna separada do mundo exterior por um alto muro. Entre esse muro e o chão da caverna há uma fresta por onde passa alguma luz externa, deixando a caverna na obscuridade quase completa.
    4. Que são as nossas crenças costumeiras?
    Em nossa vida cotidiana, afirmamos, negamos, desejamos, aceitamos ou recusamos coisas, pessoas, situações. Fazemos perguntas, como “Que horas são?”, ou “Que dia é hoje?”. Dizemos frases, como “Ele está sonhando”, ou “Ela ficou maluca”. Fazemos afirmações, como “Onde há fumaça, há fogo”, ou “Não saia na chuva para não se resfriar”. Avaliamos coisas e pessoas, dizendo, por exemplo, “Esta casa é mais bonita do que a outra” e “Maria está mais jovem do que Glorinha”.
    5. Em que momento passamos da atitude costumeira à atitude filosófica?
    Quando o que era objeto de crença aparece como algo contraditório ou problemático e por isso se transforma em indagação ou interrogação, estamos passando da atitude costumeira à atitude filosófica.
    6. Quais as três principais perguntas que caracterizam a atitude filosófica?
    “O que é filosofia?” que é um valor?”, “O que é a liberdade?”.

  24. Caroline Martins & Daniella Jenifer 1°infor-A
    14/05/2012

    1. Que paralelos podemos estabelecer entre a personagem Neo, do filme Matrix, e o filósofo Sócrates?

    R= que na jornada dos 2, eles passaram por batalhas mentais ao desconfiar da realidade de um mundo de mitos.

    2. Por que Sócrates é considerado o “patrono da filosofia”?

    R= Porque jamais se contentou com as opiniões estabelecidas, com os preconceitos de sua sociedade, com as crenças inquestionadas de seus conterrâneos.

    3. O que Platão quis representar no Mito da Caverna?

    R= que as cavernas é o mundo real em que vivemos, a qual temos crenças em sair ou mudar, e vivemos em nosso mundinho sem dialogos e com preconceito.

    4. Que são as nossas crenças costumeiras?

    R= crenças é o que a gente acredita e se fecha para a verdade.

    5. Em que momento passamos da atitude costumeira à atitude filosófica?

    R= quando a gente deixa de acreditar em mitos e passamos a procurar a verdade .

    6. Quais as três principais perguntas que caracterizam a atitude filosófica?
    R= 1) nao acreditar em mitos .
    2) procurar a verdade .
    3) pensar no mundo de uma forma diferente .

  25. Caroline Martins & Daniella Jenifer 1°infor-A
    14/05/2012

    1. Que paralelos podemos estabelecer entre a personagem Neo, do filme Matrix, e o filósofo Sócrates?
    r= que os 2 em suas jornadas travavam batalhas mentais para procurar respostas ou para afirmar respostas.

    2. Por que Sócrates é considerado o “patrono da filosofia”?

    r= Porque jamais se contentou com as opiniões estabelecidas, com os preconceitos de sua sociedade, com as crenças inquestionadas de seus conterrâneos.

    3. O que Platão quis representar no Mito da Caverna?
    que a gente se prende aos nossos costumes e preconceitos e esqueçe do mundo real.

    4. Que são as nossas crenças costumeiras?
    r= se fechar para a realidade , e ficar presso a mitos e costumes .

    5. Em que momento passamos da atitude costumeira à atitude filosófica?
    r= quando paramos de acreditar em mitos e procuramos a veradade .

    6. Quais as três principais perguntas que caracterizam a atitude filosófica?
    1) por que nao acreditar em mitos ?
    2) para que vivemos?
    3) por que existe a filosofia?

  26. Alaíssa Taís e Mickaelly Rodrigues.
    14/05/2012

    Dupla: Alaíssa Taís e Mickaelly Rodrigues.
    Turma: 1º Info A

    1. Que paralelos podemos estabelecer entre a personagem Neo, do filme Matrix, e o filósofo Sócrates?
    Que como os de Neo, os combates socráticos eram também combates mentais ou de pensamento.

    2. Por que Sócrates é considerado o “patrono da filosofia”?
    Porque ele dizia que todo homem deveria conhecer a si próprio e estar consciente de sua ignorância.

    3. O que Platão quis representar no Mito da Caverna?
    Na visão de mundo de Platão, como expresso no “Mito da Caverna”, os seres humanos existem no mundo de se tornar, um mundo que é impermanente e está sempre mudando. Um outro mundo existe que transcende este mundo.

    4. Que são as nossas crenças costumeiras?
    Crenças costumeiras são aquilo em que acreditamos sem nos questionarmos

    5. Em que momento passamos da atitude costumeira à atitude filosófica?
    Quando aprendemos a pensar diferente das outras pessoas.

    6. Quais as três principais perguntas que caracterizam a atitude filosófica?
    1) Para que estamos aqui? 2) Porque algo existe? 3) Por que pensamos?

  27. Heloísa Paraíso ,June Alves n°:16,20 1° Info 1
    15/05/2012

    1. Que paralelos podemos estabelecer entre a personagem Neo, do filme Matrix, e o filósofo Sócrates?Sócrates passou a vida tentando convencer a sociedade de Atenas, Neo lutou contra a sociedade na Matriz. Ele lutou para mostrar impulsionar a verdade, que a matriz não era real.

    2. Por que Sócrates é considerado o “patrono da filosofia”?
    ele jamais se contentou com as opiniões estabelecidas, com os preconceitos de sua sociedade e com as crenças mantidas inquestionáveis pelos seus conterrâneos.

    3. O que Platão quis representar no Mito da Caverna?
    como expresso no “Mito da Caverna”, os seres humanos existem no mundo de se tornar, um mundo que é impermanente e está sempre mudando. Um outro mundo existe que transcende este mundo.

    4. Que são as nossas crenças costumeiras?
    coisas que acreditamos,mitos,crenças.

    5. Em que momento passamos da atitude costumeira à atitude filosófica?
    para atitude costumeira quando estamos fazendo as mesmas coisas que todo mundo ja é acostumado a fazer.

    6. Quais as três principais perguntas que caracterizam a atitude filosófica?
    Porquê pensamos?
    Praquê pensamos?
    Pra quê existe algo?

  28. Jéssica Frota n° 18 1° Info A
    15/05/2012

    1. Que paralelos podemos estabelecer entre a personagem Neo, do filme Matrix, e o filósofo Sócrates?
    A maior semelhança entre Neo e Sócrates é a de que ambos travaram grandes batalhas mentais em suas jornadas ao desconfiar da realidade pré-estabelecida diante dos seus sentidos.

    2. Por que Sócrates é considerado o “patrono da filosofia”?
    Porque ele jamais se contentou com as opiniões estabelecidas, com os preconceitos de sua sociedade e com as crenças mantidas inquestionáveis pelos seus conterrâneos.

    3. O que Platão quis representar no Mito da Caverna?
    Na visão de mundo de Platão, como expresso no “Mito da Caverna”, os seres humanos existem no mundo de se tornar, um mundo que é impermanente e está sempre mudando.

    4. Que são as nossas crenças costumeiras?
    .Crença são coisas ou ideias em que acreditamos sem questionar, que aceitamos porque são óbvias, evidentes.

    5. Em que momento passamos da atitude costumeira à atitude filosófica?
    Passamos para atitude costumeira quando estamos fazendo as mesmas coisas que todo mundo ja é acostumado a fazer.
    Para passarmos para a atitude filosófica é preciso aprendemos a fazer as nossas próprias perguntas e criarmos também as nossas próprias respostas.

    6. Quais as três principais perguntas que caracterizam a atitude filosófica?
    Pra que viver ?
    Pra que pensar?
    Porque vivemos?

  29. Brunna Emylaine
    15/05/2012

    Brunna Emylaine Araujo Damacena. 1º Informártica A

    1. Que paralelos podemos estabelecer entre a personagem Neo, do filme Matrix, e o filósofo Sócrates?
    - Como os de Neo, os combates socráticos eram também combates mentais ou de pensamento.

    2. Por que Sócrates é considerado o “patrono da filosofia”?
    - Porque jamais se contentou com as opiniões estabelecidas, com os preconceitos de sua sociedade, com as crenças inquestionadas de seus conterrâneos. Ele costumava dizer que era impelido por um espírito interior (como Morfeu instigando Neo) que o levava a desconfiar das aparências e procurar a realidade verdadeira das coisas.

    3. O que Platão quis representar no Mito da Caverna?
    - a alegoria da caverna é um modo de contar imageticamente o que conceitualmente os homens teriam dificuldade para entenderem, já que, pela própria narrativa, o sábio nem sempre se faz ouvir pela maioria ignorante.

    4. Que são as nossas crenças costumeiras?
    - São opiniões em que acreditamos sem questionar, e aceitamos pois parecem obvias.

    5. Em que momento passamos da atitude costumeira à atitude filosófica?
    - Quando deixamos de contemplar e passamos a questionar.

    6. Quais as três principais perguntas que caracterizam a atitude filosófica?
    Quem é você? De onde vem o mundo? Existe vida após a morte?

  30. Brunna Emylaine
    15/05/2012

    Brunna Emylaine Araujo Damacena . 1º Informática A

    1. Que paralelos podemos estabelecer entre a personagem Neo, do filme Matrix, e o filósofo Sócrates? Como os de Neo, os combates socráticos eram também combates mentais ou de pensamento.

    2. Por que Sócrates é considerado o “patrono da filosofia”?
    Porque jamais se contentou com as opiniões estabelecidas, com os preconceitos de sua sociedade, com as crenças inquestionadas de seus conterrâneos.

    3. O que Platão quis representar no Mito da Caverna?
    A massa da sociedade, cega às regras do jogo que a cercam.

    4. Que são as nossas crenças costumeiras?
    Crença são opiniões em que acreditamos sem questionar, e aceitamos pois são óbvias, evidentes.

    5. Em que momento passamos da atitude costumeira à atitude filosófica?
    Todos nós somos filósofos, uma vez que pensamos, indagamos, criticamos, tentamos respostas e soluções e esbarramos em dúvidas e incertezas, buscando a sabedoria e a verdade.

    6. Quais as três principais perguntas que caracterizam a atitude filosófica?
    Quem é você? De onde vem o mundo? Existe vida após a morte?

  31. Marília de Oliveira e Matheus André
    15/05/2012

    Informática 1° A
    1. Que paralelos podemos estabelecer entre a personagem Neo, do filme Matrix, e o filósofo Sócrates? Sócrates passou a vida tentando convencer a sociedade de Atenas, Grécia que o que eles acham que é óbvio nem sempre é correto. Ele se esforçou para fazer o povo de Atenas despertar para a verdade. Da mesma forma Neo lutou contra a sociedade na Matriz. Ele lutou para mostrar impulsionar a verdade, que a matriz não era real.

    2. Por que Sócrates é considerado o “patrono da filosofia”? ele não se contentava com os preconceitos da sociedade com os pensamentos e opiniões das pessoas ‘

    3. O que Platão quis representar no Mito da Caverna?
    A massa da sociedade, cega às regras do jogo que a cercam.
    4. Que são as nossas crenças costumeiras?
    Crença são opiniões em que acreditamos sem questionar, e aceitamos pois são óbvias, evidentes.
    5. Em que momento passamos da atitude costumeira à atitude filosófica?
    Quando pessamos, passando por dúvidas, buscando sabedoria, isso nós torna filosófos

    6. Quais as três principais perguntas que caracterizam a atitude filosófica?
    De onde veio, quem você é, sua origem, seu passado, existe vida a após a morte, como isso surgiu.

  32. Bruno Arley e Fernanda Cardoso
    15/05/2012

    BRUNO ARLEY E FERNANDA CARDOSO-. 1º Infor A

    1. Que paralelos podemos estabelecer entre a personagem Neo, do filme Matrix, e o filósofo Sócrates?
    R: Que ambos consultavam o oráculo, e achavam que a vida era um pouco mais do que eles podiam ver, sendo assim quado relmente estavam interessados em enchergar o verdadeiro sentido da vida eles percebem que muitas coisas que acreditavam ser fato, na verdade era so uma coisa a qual eles persistiam em ver, e que no fundo, quando paradas´para ver, era puro mito. EE acreditavam que nem sempre o caminho escolhido é o que devemos peercorrer.

    2. Por que Sócrates é considerado o “patrono da filosofia”?
    R: Porque ele era o unico sábio que adimitiu que so sabía que nada sabia, e porque jamais se contentou com as opiniões estabelecidas, com os preconceitos de sua sociedade, com as crenças inquestionadas de seus conterrâneos.

    3. O que Platão quis representar no Mito da Caverna?
    R: Que as pessoas do mundo de hoje se contentam com muito pouco, e vendo que o caminho mais facil e viável é o que elas querem enchergar. E vivendo muitas veses atras de “vendas” que tapam seus olhos para aquilo que esta obvio e sendo assim se torna mais dificil, pois tem pessoas que so tem preguiça de investigar para acabar com aquela duvida, pois as parece ser mais facil acreditar no que os outros acreditam ser verdade.

    4. Que são as nossas crenças costumeiras?
    R: È o que pensamos ser verdade mais no funndo se pensarmos beem nao passam de mitos, os quais nos deixamos levar por medo, talves descobrirmos algo que não queremos, sendo assim preferindo ficar na ignorancia.

    5. Em que momento passamos da atitude costumeira à atitude filosófica?
    R: Na hora em que abrimos os olhos para a vida para enchergarmos o obvio e que nao viamos antes porque viviamos no mundo obscuro da ignorancia e pansavamos era mais viavel conhecermos tal assunto o qual acreditavvamos apenas no mito, sabendo agora da verdade e podendo expressa nossos sentimentos sobre tal cousa.

    6. Quais as três principais perguntas que caracterizam a atitude filosófica?
    R: *O que?
    *Para que?
    *Por que?

  33. BRUNO ARLEY E FERNANDA CARDOSO

    1. Que paralelos podemos estabelecer entre a personagem Neo, do filme Matrix, e o filósofo Sócrates?
    R: Que ambos consultavam o oráculo, e achavam que a vida era um pouco mais do que eles podiam ver, sendo assim quado relmente estavam interessados em enchergar o verdadeiro sentido da vida eles percebem que muitas coisas que acreditavam ser fato, na verdade era so uma coisa a qual eles persistiam em ver, e que no fundo, quando paradas´para ver, era puro mito. EE acreditavam que nem sempre o caminho escolhido é o que devemos peercorrer.
    2. Por que Sócrates é considerado o “patrono da filosofia”?
    R: Porque ele era o unico sábio que adimitiu que so sabía que nada sabia, e porque jamais se contentou com as opiniões estabelecidas, com os preconceitos de sua sociedade, com as crenças inquestionadas de seus conterrâneos.
    3. O que Platão quis representar no Mito da Caverna?
    R: Que as pessoas do mundo de hoje se contentam com muito pouco, e vendo que o caminho mais facil e viável é o que elas querem enchergar. E vivendo muitas veses atras de “vendas” que tapam seus olhos para aquilo que esta obvio e sendo assim se torna mais dificil, pois tem pessoas que so tem preguiça de investigar para acabar com aquela duvida, pois as parece ser mais facil acreditar no que os outros acreditam ser verdade.
    4. Que são as nossas crenças costumeiras?
    R: È o que pensamos ser verdade mais no funndo se pensarmos beem nao passam de mitos, os quais nos deixamos levar por medo, talves descobrirmos algo que não queremos, sendo assim preferindo ficar na ignorancia.
    5. Em que momento passamos da atitude costumeira à atitude filosófica?
    R: Na hora em que abrimos os olhos para a vida para enchergarmos o obvio e que nao viamos antes porque viviamos no mundo obscuro da ignorancia e pansavamos era mais viavel conhecermos tal assunto o qual acreditavvamos apenas no mito, sabendo agora da verdade e podendo expressa nossos sentimentos sobre tal cousa.
    6. Quais as três principais perguntas que caracterizam a atitude filosófica?
    R: *O que?
    *Para que?
    *Por que?

  34. BRUNO ARLEY E FERNANDA CARDOSO
    1. Que paralelos podemos estabelecer entre a personagem Neo, do filme Matrix, e o filósofo Sócrates?
    R: Que ambos consultavam o oráculo, e achavam que a vida era um pouco mais do que eles podiam ver, sendo assim quado relmente estavam interessados em enchergar o verdadeiro sentido da vida eles percebem que muitas coisas que acreditavam ser fato, na verdade era so uma coisa a qual eles persistiam em ver, e que no fundo, quando paradas´para ver, era puro mito. EE acreditavam que nem sempre o caminho escolhido é o que devemos peercorrer.
    2. Por que Sócrates é considerado o “patrono da filosofia”?
    R: Porque ele era o unico sábio que adimitiu que so sabía que nada sabia, e porque jamais se contentou com as opiniões estabelecidas, com os preconceitos de sua sociedade, com as crenças inquestionadas de seus conterrâneos.
    3. O que Platão quis representar no Mito da Caverna?
    R: Que as pessoas do mundo de hoje se contentam com muito pouco, e vendo que o caminho mais facil e viável é o que elas querem enchergar. E vivendo muitas veses atras de “vendas” que tapam seus olhos para aquilo que esta obvio e sendo assim se torna mais dificil, pois tem pessoas que so tem preguiça de investigar para acabar com aquela duvida, pois as parece ser mais facil acreditar no que os outros acreditam ser verdade.
    4. Que são as nossas crenças costumeiras?
    R: È o que pensamos ser verdade mais no funndo se pensarmos beem nao passam de mitos, os quais nos deixamos levar por medo, talves descobrirmos algo que não queremos, sendo assim preferindo ficar na ignorancia.
    5. Em que momento passamos da atitude costumeira à atitude filosófica?
    R: Na hora em que abrimos os olhos para a vida para enchergarmos o obvio e que nao viamos antes porque viviamos no mundo obscuro da ignorancia e pansavamos era mais viavel conhecermos tal assunto o qual acreditavvamos apenas no mito, sabendo agora da verdade e podendo expressa nossos sentimentos sobre tal cousa.
    6. Quais as três principais perguntas que caracterizam a atitude filosófica?
    R: *O que?
    *Para que?
    *Por que?

  35. BRUNO ARLEY E FERNANDA CARDOSO

    1. Que paralelos podemos estabelecer entre a personagem Neo, do filme Matrix, e o filósofo Sócrates?
    R: Que ambos consultavam o oráculo, e achavam que a vida era um pouco mais do que eles podiam ver, sendo assim quado relmente estavam interessados em enchergar o verdadeiro sentido da vida eles percebem que muitas coisas que acreditavam ser fato, na verdade era so uma coisa a qual eles persistiam em ver, e que no fundo, quando paradas´para ver, era puro mito. EE acreditavam que nem sempre o caminho escolhido é o que devemos peercorrer.

    2. Por que Sócrates é considerado o “patrono da filosofia”?
    R: Porque ele era o unico sábio que adimitiu que so sabía que nada sabia, e porque jamais se contentou com as opiniões estabelecidas, com os preconceitos de sua sociedade, com as crenças inquestionadas de seus conterrâneos.

    3. O que Platão quis representar no Mito da Caverna?
    R: Que as pessoas do mundo de hoje se contentam com muito pouco, e vendo que o caminho mais facil e viável é o que elas querem enchergar. E vivendo muitas veses atras de “vendas” que tapam seus olhos para aquilo que esta obvio e sendo assim se torna mais dificil, pois tem pessoas que so tem preguiça de investigar para acabar com aquela duvida, pois as parece ser mais facil acreditar no que os outros acreditam ser verdade.

    4. Que são as nossas crenças costumeiras?
    R: È o que pensamos ser verdade mais no funndo se pensarmos beem nao passam de mitos, os quais nos deixamos levar por medo, talves descobrirmos algo que não queremos, sendo assim preferindo ficar na ignorancia.

    5. Em que momento passamos da atitude costumeira à atitude filosófica?
    R: Na hora em que abrimos os olhos para a vida para enchergarmos o obvio e que nao viamos antes porque viviamos no mundo obscuro da ignorancia e pansavamos era mais viavel conhecermos tal assunto o qual acreditavvamos apenas no mito, sabendo agora da verdade e podendo expressa nossos sentimentos sobre tal cousa.

    6. Quais as três principais perguntas que caracterizam a atitude filosófica?
    R: *O que?
    *Para que?
    *Por que?

    BRUNO ARLEY E FERNANDA CARDOSO

    1. Que paralelos podemos estabelecer entre a personagem Neo, do filme Matrix, e o filósofo Sócrates?
    R: Que ambos consultavam o oráculo, e achavam que a vida era um pouco mais do que eles podiam ver, sendo assim quado relmente estavam interessados em enchergar o verdadeiro sentido da vida eles percebem que muitas coisas que acreditavam ser fato, na verdade era so uma coisa a qual eles persistiam em ver, e que no fundo, quando paradas´para ver, era puro mito. EE acreditavam que nem sempre o caminho escolhido é o que devemos peercorrer.

    2. Por que Sócrates é considerado o “patrono da filosofia”?
    R: Porque ele era o unico sábio que adimitiu que so sabía que nada sabia, e porque jamais se contentou com as opiniões estabelecidas, com os preconceitos de sua sociedade, com as crenças inquestionadas de seus conterrâneos.

    3. O que Platão quis representar no Mito da Caverna?
    R: Que as pessoas do mundo de hoje se contentam com muito pouco, e vendo que o caminho mais facil e viável é o que elas querem enchergar. E vivendo muitas veses atras de “vendas” que tapam seus olhos para aquilo que esta obvio e sendo assim se torna mais dificil, pois tem pessoas que so tem preguiça de investigar para acabar com aquela duvida, pois as parece ser mais facil acreditar no que os outros acreditam ser verdade.

    4. Que são as nossas crenças costumeiras?
    R: È o que pensamos ser verdade mais no funndo se pensarmos beem nao passam de mitos, os quais nos deixamos levar por medo, talves descobrirmos algo que não queremos, sendo assim preferindo ficar na ignorancia.

    5. Em que momento passamos da atitude costumeira à atitude filosófica?
    R: Na hora em que abrimos os olhos para a vida para enchergarmos o obvio e que nao viamos antes porque viviamos no mundo obscuro da ignorancia e pansavamos era mais viavel conhecermos tal assunto o qual acreditavvamos apenas no mito, sabendo agora da verdade e podendo expressa nossos sentimentos sobre tal cousa.

    6. Quais as três principais perguntas que caracterizam a atitude filosófica?
    R: *O que?
    *Para que?
    *Por que?

  36. BRUNO ARLEY E FERNANDA CARDOSO

    1. Que paralelos podemos estabelecer entre a personagem Neo, do filme Matrix, e o filósofo Sócrates?
    R: Que ambos consultavam o oráculo, e achavam que a vida era um pouco mais do que eles podiam ver, sendo assim quado relmente estavam interessados em enchergar o verdadeiro sentido da vida eles percebem que muitas coisas que acreditavam ser fato, na verdade era so uma coisa a qual eles persistiam em ver, e que no fundo, quando paradas´para ver, era puro mito. EE acreditavam que nem sempre o caminho escolhido é o que devemos peercorrer.

    2. Por que Sócrates é considerado o “patrono da filosofia”?
    R: Porque ele era o unico sábio que adimitiu que so sabía que nada sabia, e porque jamais se contentou com as opiniões estabelecidas, com os preconceitos de sua sociedade, com as crenças inquestionadas de seus conterrâneos.

    3. O que Platão quis representar no Mito da Caverna?
    R: Que as pessoas do mundo de hoje se contentam com muito pouco, e vendo que o caminho mais facil e viável é o que elas querem enchergar. E vivendo muitas veses atras de “vendas” que tapam seus olhos para aquilo que esta obvio e sendo assim se torna mais dificil, pois tem pessoas que so tem preguiça de investigar para acabar com aquela duvida, pois as parece ser mais facil acreditar no que os outros acreditam ser verdade.

    4. Que são as nossas crenças costumeiras?
    R: È o que pensamos ser verdade mais no funndo se pensarmos beem nao passam de mitos, os quais nos deixamos levar por medo, talves descobrirmos algo que não queremos, sendo assim preferindo ficar na ignorancia.

    5. Em que momento passamos da atitude costumeira à atitude filosófica?
    R: Na hora em que abrimos os olhos para a vida para enchergarmos o obvio e que nao viamos antes porque viviamos no mundo obscuro da ignorancia e pansavamos era mais viavel conhecermos tal assunto o qual acreditavvamos apenas no mito, sabendo agora da verdade e podendo expressa nossos sentimentos sobre tal cousa.

    6. Quais as três principais perguntas que caracterizam a atitude filosófica?
    R: *O que?
    *Para que?
    *Por que?

  37. Beatriz Batista de Souza 1° ano Informática I
    15/05/2012

    1. Que paralelos podemos estabelecer entre a personagem Neo, do filme Matrix, e o filósofo Sócrates?
    Sócrates passou a vida tentando convencer a sociedade,e Neo por sua vez lutou para mostrar as pessoas que a Matrix não era real!
    2. Por que Sócrates é considerado o “patrono da filosofia”?Por que ele não se contentava em saber o que as pessoas falavam ele tinha que ver e mostrar as pessoas o que realmente era ou pelo menos o pensamento dele.
    3. O que Platão quis representar no Mito da Caverna?Que as pessoas acreditam em tudo que supostamente ve-em e escutam estão acostumadas a acreditar em qualquer coisa sem ao menos ver,pois tem medo de tentar e ver qual a consequência do seu ato.
    4. Que são as nossas crenças costumeiras?Que dizemos algo que escutamos e que já ouvimos, mais são ideias muitas vezes não e bem aquilo que você diz e sim o que você pensa e já ouviu falar.
    5. Em que momento passamos da atitude costumeira à atitude filosófica?No momento em que você discuti sobre o assunto fala o que você pensa e não uma coisa pelo fato de sempre ser do jeito que você está relatando ou pelo o que você já escutou por exemplo povos mais velhos falar.
    6. Quais as três principais perguntas que caracterizam a atitude filosófica? “O que e filosofia?”, “O que é a vida?”, “Para que estamos aqui?”

  38. 1. Que paralelos podemos estabelecer entre a personagem Neo, do filme Matrix, e o filósofo Sócrates?
    R:que os dois consultavam o oraculo e perceberam que nem sempre o caminho escolhido é o que devemos percorrer. Ambos acreditavam nas mudanças da sociedade, e que podiam opinar quantas vezes forem necessários para dar suas opinião, e mudar a sociedade.
    2. Por que Sócrates é considerado o “patrono da filosofia”?
    Porque jamais se contentou com as opiniões estabelecidas, com os preconceitos de sua sociedade, com as crenças inquestionadas de seus conterrâneos
    3. O que Platão quis representar no Mito da Caverna?
    R: que as pessoas estão se escondendo atrás de mascaras, preferindo acreditar em mitos por cerem mais fácil o caminho da mentira mais curto, com muitas veses “preguiça de interrogar a vida” .
    4. Que são as nossas crenças costumeiras?
    São coisas que pensamos ser verdade, mas no fundo não tem nada a ver com a realidade, e que no final, acabamos deixando a verdade de lado para simplesmente, sem nenhuma autoconfiança no potencial de pensar e achar que esta errado.
    5. Em que momento passamos da atitude costumeira à atitude filosófica?
    R:na hora que acreditamos em nos mesmo e deixamos o medo de lado, para interrogarmos os mistérios da vida e opinar sobre aquilo de tal forma, que não pensamos que estamos errados e sem medo.
    6. Quais as três principais perguntas que caracterizam a atitude filosófica?
    R: *O que é?
    *Por que é?
    *De que formas ela pode ser vista na sociedade?

  39. 1. Que paralelos podemos estabelecer entre a personagem Neo, do filme Matrix, e o filósofo Sócrates?
    R:que os dois consultavam o oraculo e perceberam que nem sempre o caminho escolhido é o que devemos percorrer. Ambos acreditavam nas mudanças da sociedade, e que podiam opinar quantas vezes forem necessários para dar suas opinião, e mudar a sociedade.
    2. Por que Sócrates é considerado o “patrono da filosofia”?
    Porque jamais se contentou com as opiniões estabelecidas, com os preconceitos de sua sociedade, com as crenças inquestionadas de seus conterrâneos
    3. O que Platão quis representar no Mito da Caverna?
    R: que as pessoas estão se escondendo atrás de mascaras, preferindo acreditar em mitos por cerem mais fácil o caminho da mentira mais curto, com muitas veses “preguiça de interrogar a vida” .
    4. Que são as nossas crenças costumeiras?
    São coisas que pensamos ser verdade, mas no fundo não tem nada a ver com a realidade, e que no final, acabamos deixando a verdade de lado para simplesmente, sem nenhuma autoconfiança no potencial de pensar e achar que esta errado.
    5. Em que momento passamos da atitude costumeira à atitude filosófica?
    R:na hora que acreditamos em nos mesmo e deixamos o medo de lado, para interrogarmos os mistérios da vida e opinar sobre aquilo de tal forma, que não pensamos que estamos errados e sem medo.
    6. Quais as três principais perguntas que caracterizam a atitude filosófica?
    R: *O que é?
    *Por que é?
    *De que formas ela pode ser vista na sociedade?

  40. Paulo César Guedes Mota( Info" A").
    16/05/2012

    1. Que paralelos podemos estabelecer entre a personagem Neo, do filme Matrix, e o filósofo Sócrates?
    R:que os dois consultavam o oraculo e perceberam que nem sempre o caminho escolhido é o que devemos percorrer. Ambos acreditavam nas mudanças da sociedade, e que podiam opinar quantas vezes forem necessários para dar suas opinião, e mudar a sociedade.
    2. Por que Sócrates é considerado o “patrono da filosofia”?
    Porque jamais se contentou com as opiniões estabelecidas, com os preconceitos de sua sociedade, com as crenças inquestionadas de seus conterrâneos
    3. O que Platão quis representar no Mito da Caverna?
    R: que as pessoas estão se escondendo atrás de mascaras, preferindo acreditar em mitos por cerem mais fácil o caminho da mentira mais curto, com muitas veses “preguiça de interrogar a vida” .
    4. Que são as nossas crenças costumeiras?
    São coisas que pensamos ser verdade, mas no fundo não tem nada a ver com a realidade, e que no final, acabamos deixando a verdade de lado para simplesmente, sem nenhuma autoconfiança no potencial de pensar e achar que esta errado.
    5. Em que momento passamos da atitude costumeira à atitude filosófica?
    R:na hora que acreditamos em nos mesmo e deixamos o medo de lado, para interrogarmos os mistérios da vida e opinar sobre aquilo de tal forma, que não pensamos que estamos errados e sem medo.
    6. Quais as três principais perguntas que caracterizam a atitude filosófica?
    R: *O que é?
    *Por que é?
    *De que formas ela pode ser vista na sociedade?

  41. Paulo Cesar Info" A".
    16/05/2012

    1. Que paralelos podemos estabelecer entre a personagem Neo, do filme Matrix, e o filósofo Sócrates?
    R:que os dois consultavam o oraculo e perceberam que nem sempre o caminho escolhido é o que devemos percorrer. Ambos acreditavam nas mudanças da sociedade, e que podiam opinar quantas vezes forem necessários para dar suas opinião, e mudar a sociedade.
    2. Por que Sócrates é considerado o “patrono da filosofia”?
    Porque jamais se contentou com as opiniões estabelecidas, com os preconceitos de sua sociedade, com as crenças inquestionadas de seus conterrâneos
    3. O que Platão quis representar no Mito da Caverna?
    R: que as pessoas estão se escondendo atrás de mascaras, preferindo acreditar em mitos por cerem mais fácil o caminho da mentira mais curto, com muitas veses “preguiça de interrogar a vida” .
    4. Que são as nossas crenças costumeiras?
    São coisas que pensamos ser verdade, mas no fundo não tem nada a ver com a realidade, e que no final, acabamos deixando a verdade de lado para simplesmente, sem nenhuma autoconfiança no potencial de pensar e achar que esta errado.
    5. Em que momento passamos da atitude costumeira à atitude filosófica?
    R:na hora que acreditamos em nos mesmo e deixamos o medo de lado, para interrogarmos os mistérios da vida e opinar sobre aquilo de tal forma, que não pensamos que estamos errados e sem medo.
    6. Quais as três principais perguntas que caracterizam a atitude filosófica?
    R: *O que é?
    *Por que é?
    *De que formas ela pode ser vista na sociedade?

  42. Cesar Mota Informatica " A".
    16/05/2012

    1. Que paralelos podemos estabelecer entre a personagem Neo, do filme Matrix, e o filósofo Sócrates?
    R:que os dois consultavam o oraculo e perceberam que nem sempre o caminho escolhido é o que devemos percorrer. Ambos acreditavam nas mudanças da sociedade, e que podiam opinar quantas vezes forem necessários para dar suas opinião, e mudar a sociedade.
    2. Por que Sócrates é considerado o “patrono da filosofia”?
    Porque jamais se contentou com as opiniões estabelecidas, com os preconceitos de sua sociedade, com as crenças inquestionadas de seus conterrâneos
    3. O que Platão quis representar no Mito da Caverna?
    R: que as pessoas estão se escondendo atrás de mascaras, preferindo acreditar em mitos por cerem mais fácil o caminho da mentira mais curto, com muitas veses “preguiça de interrogar a vida” .
    4. Que são as nossas crenças costumeiras?
    São coisas que pensamos ser verdade, mas no fundo não tem nada a ver com a realidade, e que no final, acabamos deixando a verdade de lado para simplesmente, sem nenhuma autoconfiança no potencial de pensar e achar que esta errado.
    5. Em que momento passamos da atitude costumeira à atitude filosófica?
    R:na hora que acreditamos em nos mesmo e deixamos o medo de lado, para interrogarmos os mistérios da vida e opinar sobre aquilo de tal forma, que não pensamos que estamos errados e sem medo.
    6. Quais as três principais perguntas que caracterizam a atitude filosófica?
    R: *O que é?
    *Por que é?
    *De que formas ela pode ser vista na sociedade?

  43. JOÃO ANTONIO(INFO A 1¨ANO)
    16/05/2012

    1. Que paralelos podemos estabelecer entre a personagem Neo, do filme Matrix, e o filósofo Sócrates?R;que todos 2 não acreditavam na realidade e na opiniõ dada pelos outros e q acreditava apenas na sua opinião!!

    2. Por que Sócrates é considerado o “patrono da filosofia”?
    R; Porque jamais se contentou com as opiniões estabelecidas, com os preconceitos de sua sociedade, com as crenças inquestionadas de seus conterrâneos.
    3. O que Platão quis representar no Mito da Caverna?
    R;que as pessoas nunca enxergavam a realidade e so enxergavam oq os outros diziam a eles!!1
    4. Que são as nossas crenças costumeiras?
    R;Em nossa vida cotidiana, afirmamos, negamos, desejamos, aceitamos ou recusamos coisas, pessoas, situações. Fazemos perguntas, como “Que horas são?”, ou “Que dia é hoje?”. Dizemos frases, como “Ele está sonhando”, ou “Ela ficou maluca”.
    5. Em que momento passamos da atitude costumeira à atitude filosófica?
    R;Quando pessamos, passando por dúvidas, buscando sabedoriaE BUSCANDO A SABEDORIA!!!!
    6. Quais as três principais perguntas que caracterizam a atitude filosófica?
    R;De onde veio, quem você é, sua origem, seu passado, existe vida a após a morte, como isso surgiu.

  44. Anônimo
    16/05/2012

    EMILLY INFO1 E ALESSANDRA AGRO1

    1. Que paralelos podemos estabelecer entre a personagem Neo, do filme Matrix, e o filósofo Sócrates?

    O paralelo dos personagens não esta apenas no fato deles estarem envolvidos com a espiritualidade de alguma forma,esta tambem no fato deles desconfiarem das aparencias,e na frase”conhece-te a ti mesmo”,e ambos lidam com matrizes.

    2. Por que Sócrates é considerado o “patrono da filosofia”?

    Porque ele era o unico homem que não sabia,e jamais se contentou com as opiniões estabelecidas.

    3. O que Platão quis representar no Mito da Caverna?

    Que não estamos totalmente prontos para o mundo real,ainda não enchergamos a verdade atraves das coisas.

    4. Que são as nossas crenças costumeiras?

    São as crenças que passamos adiante sem buscar a verdade por trás delas.

    5. Em que momento passamos da atitude costumeira à atitude filosófica?

    A partir do momento em que deixamos de afirmar algo e começamos a analiza-lo e buscar a verdade,e começamos a conhecer a ti mesmo.

    6. Quais as três principais perguntas que caracterizam a atitude filosófica?

    O que é filosofia?
    O que é vida?
    Porque estamos aqui?

  45. Eduardo Martins da Silva (INFO"A")
    16/05/2012

    1. Que paralelos podemos estabelecer entre a personagem Neo, do filme Matrix, e o filósofo Sócrates?A diferença entre Neo e Sócrates é que a neo da matrix travaram grandes batalhas mentais, pré-estabelecida diante dos seus sentidos.

    2. Por que Sócrates é considerado o “patrono da filosofia”?
    Porque não se contentava com as opiniões de sua sociedade, com as crenças inquestionadas de seus conterrâneos.

    3. O que Platão quis representar no Mito da Caverna?
    Não estamos prontos para o mundo através das coisas.E as regras do jogo que a cercam.

    4. Que são as nossas crenças costumeiras?
    São crenças em que acreditamos sem questiona La e aceitamos, pois elas são óbvias, evidentes. e sem buscar a verdade por trás delas.

    5. Em que momento passamos da atitude costumeira à atitude filosófica?
    Quando pessamos, dúvidas, buscando sabedoria,e começamos a analisá-lo e buscar a verdade.

    6. Quais as três principais perguntas que caracterizam a atitude filosófica?
    seu passado, existe vida a após a morte, como isso surgiu…

  46. Caroline Martins & Daniella Jenifer 1°infor-A
    16/05/2012

    1. Que paralelos podemos estabelecer entre a personagem Neo, do filme Matrix, e o filósofo Sócrates?

    r=

    2. Por que Sócrates é considerado o “patrono da filosofia”?

    r=

    3. O que Platão quis representar no Mito da Caverna?

    r=

    4. Que são as nossas crenças costumeiras?

    r=

    5. Em que momento passamos da atitude costumeira à atitude filosófica?

    r=

    6. Quais as três principais perguntas que caracterizam a atitude filosófica?

    r=

  47. talita Dias Ferreira 1° infor A
    16/05/2012

    1. Que paralelos podemos estabelecer entre a personagem Neo, do filme Matrix, e o filósofo Sócrates?

    r= que os dois lidam com matrizes, tambem tinham combates mentais ou de pensamentos.

    2. Por que Sócrates é considerado o “patrono da filosofia”?

    r=Porque jamais se contentou com as opiniões estabelecidas, com os preconceitos de sua sociedade, com as crenças inquestionadas de seus conterrâneos.

    3. O que Platão quis representar no Mito da Caverna?

    r= que a gente se prende ao nosso mundo, muitas vezes julgando coisas , ou pessoas sem saber da realidade.

    4. Que são as nossas crenças costumeiras?

    r= sao crenças que temos costumes, ou seja, ficamos muito apegados a certas coisas, e acabamos nos prendemos.

    5. Em que momento passamos da atitude costumeira à atitude filosófica?

    r= quando deixamos de acreditar em nossos costumes ou mitos e passamos a enxergar só a verdade.

    6. Quais as três principais perguntas que caracterizam a atitude filosófica?

    r= 1° da onde venho?
    2° quem sou?
    3° por que existe filosofia?

  48. Beatriz Batista de Souza 1° ano Informática I
    16/05/2012

    1. Que paralelos podemos estabelecer entre a personagem Neo, do filme Matrix, e o filósofo Sócrates?
    Sócrates passou a vida tentando convencer a sociedade,e Neo por sua vez lutou para mostrar as pessoas que a Matrix não era real!
    2. Por que Sócrates é considerado o “patrono da filosofia”?Por que ele não se contentava em saber o que as pessoas falavam ele tinha que ver e mostrar as pessoas o que realmente era ou pelo menos o pensamento dele.
    3. O que Platão quis representar no Mito da Caverna?Que as pessoas acreditam em tudo que supostamente ve-em e escutam estão acostumadas a acreditar em qualquer coisa sem ao menos ver,pois tem medo de tentar e ver qual a consequência do seu ato.
    4. Que são as nossas crenças costumeiras?Que dizemos algo que escutamos e que já ouvimos, mais são ideias muitas vezes não e bem aquilo que você diz e sim o que você pensa e já ouviu falar.
    5. Em que momento passamos da atitude costumeira à atitude filosófica?No momento em que você discuti sobre o assunto fala o que você pensa e não uma coisa pelo fato de sempre ser do jeito que você está relatando ou pelo o que você já escutou por exemplo povos mais velhos falar.
    6. Quais as três principais perguntas que caracterizam a atitude filosófica? “O que e filosofia?”, “O que é a vida?”, “Para que estamos aqui?”

  49. KAROLAINY ALVES
    20/05/2012

    PUNKS NÃO SÃO FERAS Punk é um reflexo do que significa ser humano. O que nos separa dos outros animais Nossa capacidade de reconhecer a nós mesmos e expressar nossa unicidade genética. Ironicamente, a visão comumente aceita, entre formadores de opinião destaca a natureza animal, primitiva dos punks e sua música. Eles concluem que a violência é um elemento-chave na música Punk, e essa conclusão é facilmente aceita e perpetuada porque é fácil vender violênciae notícias sobre esse tema sempre ganham espaço destacado na mídia. Este foco na violência ignora um verdadeiro elemento-chave do que o Punk significa.PUNK É: a expressão pessoal da individualidade que vem da experiência de crescer em contato com nossa capacidade humana de raciocinar e formular questões. A violência não é comum, única ou exclusiva do Punk. Quando ela se manifesta, é devido a fatores não relacionados ao ideal Punk. Considere o exemplo clichê da briga de escola entre o aluno punk e o capitão do time de futebol. O esportista e sua turma não aceitam ou valorizam o punk enquanto pessoa. Ao contrário, eles o têm como alvo diário de insultos e provocações, o que nada mais é do que um reflexo de suas próprias inseguranças. Um dia, o punk se cansa daquilo e dá um empurrão no capitão do futebol bem no meio do corredor cheio de colegas. Os professores expulsam o punk da escola e se baseiam em seu corte de cabelo e roupas para defini-lo como um mau elemento, violento e incontrolável. Os jornais locais dizem: “Briga escolar reafirma que a violência é o modo de vida dos punks”.
    Raiva espontânea por não ser aceito enquanto pessoa não é exclusiva dos punks. Esta reação se deve a sermos humanos, pois qualquer um reagiria com raiva, independente da nossa cultura ou filiação social, se nos sentíssemos desvalorizados e inúteis. Infelizmente, há muitos exemplos de violência entre punks. Também há evidentes casos de pessoas desorientadas que se consideram punks. Mas raiva e violência não são traços Punks, na verdade elas não têm lugar no ideal Punk. Raiva e violência não são a cola que mantém unida a comunidade Punk.

  50. KAROLAINY ALVES
    20/05/2012

    NKS NÃO SÃO FERASPunk é um reflexo do que significa ser humano. O que nos separa dos outros animais? Nossa capacidade de reconhecer a nós mesmos e expressar nossa unicidade genética. Ironicamente, a visão comumente aceita, entre formadores de opinião destaca a natureza animal, primitiva dos punks e sua música. Eles concluem que a violência é um elemento-chave na música Punk, e essa conclusão é facilmente aceita e perpetuada porque é fácil vender violênciae notícias sobre esse tema sempre ganham espaço destacado na mídia. Este foco na violência ignora um verdadeiro elemento-chave do que o Punk significa.PUNK É: a expressão pessoal da individualidade que vem da experiência de crescer em contato com nossa capacidade humana de raciocinar e formular questões. A violência não é comum, única ou exclusiva do Punk. Quando ela se manifesta, é devido a fatores não relacionados ao ideal Punk. Considere o exemplo clichê da briga de escola entre o aluno punk e o capitão do time de futebol. O esportista e sua turma não aceitam ou valorizam o punk enquanto pessoa. Ao contrário, eles o têm como alvo diário de insultos e provocações, o que nada mais é do que um reflexo de suas próprias inseguranças. Um dia, o punk se cansa daquilo e dá um empurrão no capitão do futebol bem no meio do corredor cheio de colegas. Os professores expulsam o punk da escola e se baseiam em seu corte de cabelo e roupas para defini-lo como um mau elemento, violento e incontrolável. Os jornais locais dizem: “Briga escolar reafirma que a violência é o modo de vida dos punks”.
    Raiva espontânea por não ser aceito enquanto pessoa não é exclusiva dos punks. Esta reação se deve a sermos humanos, pois qualquer um reagiria com raiva, independente da nossa cultura ou filiação social, se nos sentíssemos desvalorizados e inúteis. Infelizmente, há muitos exemplos de violência entre punks. Também há evidentes casos de pessoas desorientadas que se consideram punks. Mas raiva e violência não são traços Punks, na verdade elas não têm lugar no ideal Punk. Raiva e violência não são a cola que mantém unida a comunidade Punk.

  51. Danila
    20/05/2012

    sobre movimentos punk

    No mundo pós-Segunda Guerra, observamos que a formação de uma cultura jovem tomava proporções nunca antes imaginadas. O “baby boom” dessa época acabou sendo responsável pela existência de toda uma geração de adolescentes e jovens adultos que ganharam tremenda relevância nos mais diversos tipos de manifestação artística. No mundo da música, o rock’n’roll foi, de longe, o mais bem sucedido manifestante dessa cultura jovem.

    Em pouco tempo, a estética trazida pelo rock foi empregada para se transmitir as diferentes formas de mensagem. Sendo assim, na década de 1960, alguns jovens começaram se identificar com uma música de temas menos pretensiosos e que falasse das experiências cotidianas de modo crítico e direto. Em geral, esse tipo de demanda apareceu entre os jovens norte-americanos, que não se identificavam tanto com a lisergia e o experimentalismo que começavam a ganhar espaço entre diversas bandas.

    Foi assim que, nos Estados Unidos, bandas como MC5, Stooges e Velvet Underground ofereceram um tipo de performance e letras que foram uma das primeiras referências para a ascensão do punk como estilo musical. As canções rápidas e a falta de arranjos mais complexos indicavam um caminho que tinha muito a oferecer. Na década de 1970, a banda Ramones solidificou um modo de comportamento e canções ainda mais toscas e objetivas.

    Até aquele exato momento, os punks – que ainda nem chegavam a se identificar uniformemente de tal modo – tinham toda aquela energia voltada para a provocação, a ironia e o deboche. Na Inglaterra, os problemas econômicos e sociais serviram de base de sustentação para que o punk assumisse uma vertente bem mais crítica e agressiva. Nas terras da rainha, surgiu a banda Sex Pistols como uma eficiente representação dessa nova situação que o punk assumiu.

    Com o passar do tempo, a popularização do punk teve a capacidade de influenciar jovens de diferentes partes do mundo e promover a organização de festivais, o surgimento de outras bandas e a produção de uma literatura oriunda desse mesmo contexto. Tal êxito acabou servindo de inspiração para que a própria indústria cultural absorvesse elementos visuais e musicais que estabeleceram a explosão do gênero musical “New Wave”, na década de 1980.

    Enquanto essa absorção dos grandes meios de comunicação acontecia, o punk continuava a se frutificar em uma versão ainda virulenta com o aparecimento das bandas de hardcore, que dialogavam com alguns elementos do heavy metal. Ainda hoje, percebemos que muitos dos elementos do movimento punk foram trazidos para o consumo massificado. De tal forma, notamos que o punk vive uma crise contemporânea em que a sua própria existência e viabilidade são foco de constantes debates.

  52. Jennifer natacha c.almeida-1º agro b
    20/05/2012

    fazer uma pesquisa sobre o movimento ¨punk¨ e depois descreve se nossa diferenças nos torna ou piores que alguem.

    resposta:O estilo musical punk surgiu na década de 70 na Inglaterra. No começo, as bandas tocavam punk rock, estilo que confrontava o som da época: o heavy metal, o pop e outros, onde o público apenas apreciava de longe e não tinha contato com os músicos, pois não passavam de estrelas (popstars). Citam-se bandas como Deep Purple, Pink Floyd, Yes, Black Sabbath, Led Zeppelin e outras, que tinham músicas muito trabalhadas e letras viajantes, fora da realidade que o público vivia. Principalmente, na época da guerra fria e da queda do movimento hippie, que exigia nas ruas o Paz e Amor, enquanto os punks surgiam gritando o caos que enfrentavam e diziam “No future”.

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Publicado em 02/05/2012 por em Uncategorized.
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