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Sociologia. Cap. 4 – O Trabalho nas doferentes sociedades

Sociologia. Cap. 4 -

O TRABALHO NAS DIFERENTES SOCIEDADES

Em nossa sociedade, a produção de cada objeto envolve uma complexa rede de trabalho e de trabalhadores. Vamos tomar como exemplo um produto que faz parte do dia-a-dia de grande número de pessoas: o pãozinho francês.

Os ingredientes básicos para fazer um pãozinho são o trigo, a água, o sal e o fermento. Para que haja trigo é necessário que alguém o plante e o colha; é preciso que haja moinhos para moê-Io e comercialização para que chegue até a padaria. Esse mesmo processo serve para o sal, que deve ser retirado do mar, processado e embalado. O fermento é produzido em outras empresas por outros trabalhadores, com outras matérias-primas. A água precisa ser captada, tratada e distribuída, o que exige uma complexa infra-estrutura com grande número de trabalhadores.

São necessários equipamentos, como a máquina para preparar a massa e o forno para assar o pão, fabricados em indústrias que, por sua vez, empregam outras matérias-primas e trabalhadores.

É necessário algum tipo de energia proporcionada pelo fogo (e isso exige madeira ou carvão) ou energia elétrica (que é gerada em hidroelétricas ou termo­elétricas). As usinas de energia, por sua vez, precisam de equipamentos, linhas de transmissão e trabalhadores para fazer tudo isso acontecer.

Na ponta de todo esse trabalho, estão as padarias, mercadinhos e super­mercados, onde o pãozinho finalmente chega às mãos do consumidor.

Se para comer um simples pão há tanta gente envolvida, direta e indireta­mente, você pode imaginar quanto trabalho é necessário para a fabricação do ônibus, da bicicleta ou do automóvel, para a construção da casa em que você vive ou da escola onde estuda.

Essa complexidade das tarefas relacionadas à produção é uma caracterís­tica da nossa sociedade. Outros tipos de sociedade, do presente e do passado, apresentam características bem diversas.

 A produção nas sociedades tribais

As sociedades tribais diferenciam-se umas das outras em muitos aspectos, mas pode-se dizer, em termos gerais, que não são estruturadas pela atividade que em nossa sociedade denominamos trabalho. Nelas todos fazem quase tudo e as atividades relacionadas à obtenção do que as pessoas necessitam para se manter – caça, coleta, agricultura e criação – estão associadas aos ritos e mitos, ao sistema de parentesco, às festas e às artes, integrando-se, portanto, a todas as esferas da vida social.

A organização dessas atividades caracteriza-se pela divisão das tarefas por sexo e por idade. Os equipamentos e instrumentos utilizados, comumente vistos pelo olhar estrangeiro como muito simples e rudimentares, são eficazes para realizar tais tarefas. Guiados por esse olhar, vários analistas, durante muito tempo, classificaram as sociedades tribais como de economia de subsistência e de técnica rudimentar, passando a idéia de que elas viveriam em estado de pobreza, o que é um preconceito. Se hoje muitas delas dispõem de áreas restritas, enfrentando difíceis condições de vida, em geral, antes do contato com o chamado “mundo civilizado”, a maioria vivia em áreas abundantes em caça, pesca e alimentos de vários tipos.

Marshall Sahlins, antropólogo estadunidense, chama essas sociedades de “sociedades de abundância” ou “sociedades do lazer”, destacando que seus mem­bros não só tinham todas as suas necessidades materiais e sociais plenamente satisfeitas, como dedicavam um mínimo de horas diárias ao que nós chamamos de trabalho. Os ianomâmis, da Amazônia, dedicavam pouco mais de três horas diárias às tarefas relacionadas à produção; os guayakis, do Paraguai, cerca de cinco horas, mas não todos os dias; e os kungs, do deserto de Kalahari, no sul da África, em média quatro horas por dia.

O fato de se dedicar menos tempo a essas tarefas não significa­va, no entanto, ter uma vida de privações. Ao contrário, as socieda­des tribais viviam muito bem alimentadas, e isso fica comprovado em relatos que sempre demonstram a vitalidade de todos os seus membros. É claro que tais relatos referem-se à experiência de povos que viviam antes do contato com o “mundo civilizado”.

A explicação para o fato de os povos tribais trabalharem muito menos do que nós está no modo como se relacionam com a natu­reza, também diferente do nosso. Por um lado, para eles, a terra éo espaço em que vivem e tem valor cultural, pois dá aos humanos seus frutos: a floresta presenteia os caçadores com os animais de que necessitam para a sobrevivência e os rios oferecem os peixes que ajudam na alimentação. Tudo isso é um presente da “mãe natureza”. Por outro lado, os povos tribais têm uma profunda intimidade com o meio em que vivem. Conhecem os animais e as plantas, a forma como crescem e se reproduzem, o que é bom e o que é ruim para comer e quando podem utilizar certas plantas e determinados animais para alimentação, para a cura de seus males ou para seus ritos.

Integradas ao meio ambiente e a todas as demais atividades, as tarefas relacionadas à produção não compõem, assim, uma esfera específica da vida, ou seja, não há um “mundo do trabalho” nas sociedades tribais.

Escravidão e servidão

O termo trabalho pode ter nascido do vocábulo latino tripallium, que sig­nifica “instrumento de tortura”, e por muito tempo esteve associado à idéia de atividade penosa e torturante. Nas sociedades grega e romana era a mão-de­-obra escrava que garantia a produção necessária para suprir as necessidades da população. Existiam outros trabalhadores além dos escravos, como os meeiros, os artesãos e os camponeses. No entanto, mesmo os trabalhadores livres eram explorados e oprimidos pelos senhores e proprietários. Estes eram desobrigados de qualquer atividade, exceto a de discutir os assuntos da cidade e o bem-estar dos cidadãos. Para que não dependessem do próprio trabalho e pudessem se dedicar exclusivamente a essa atividade, o trabalho escravo era fundamental.

Nas sociedades feudais, como no mundo greco-romano, havia também aque­les que trabalhavam – os servos, os camponeses livres e os aldeãos – e aqueles que viviam do trabalho dos outros – os senhores feudais e os mem­bros do clero. A terra era o principal meio de produção, e os trabalhadores tinham direito a seu usufruto e ocupação, mas nunca à propriedade. Muitos trabalhavam em regime de servidão, no qual não gozavam de plena liberdade, mas também não eram escravos. Prevalecia um sistema de deveres do servo para com o senhor e deste para com aquele.

Além de cultivar as terras a ele destinadas, o servo era obrigado a trabalhar nas terras do senhor, bem como na construção e manutenção de estradas e pontes. Essa obrigação se chamava corvéia. Devia também ao senhor a talha, uma taxa que se pagava sobre tudo o que se produzia na terra e atingia todas as categorias dependentes. Outra obrigação devida ao senhor pelo servo eram as banalidades, pagas pelo uso do moinho, do forno, dos tonéis de cerveja e pelo fato de, sim­plesmente, residir na aldeia. Essa obrigação era extensiva aos camponeses.

Embora o trabalho ligado à terra fosse o preponde­rante nas sociedades medievais, outras formas de traba­lho merecem destaque, como as atividades artesanais, desenvolvidas nas cidades e mesmo nos feudos, e as ati­vidades comerciais.

Nas cidades, o artesanato tinha uma organização rígida baseada nas corporações de ofício. No topo da es­cala dessas corporações, havia um mestre que controlava o trabalho de todos. Esse mestre encarregava-se de pagar os direitos ao rei ou ao senhor feudal e de fazer respeitar todos os compromissos com a corporação. Abaixo dele vinha o oficial, que ocupava uma posição intermediária entre a do aprendiz e a do mestre. Cabia ao oficial fixar a jornada de trabalho e a remuneração, sendo também o responsável por transmitir os ensinamentos do mestre aos aprendizes. O aprendiz, que ficava na base dessa hierar­quia, devia ter entre 12 e 15 anos e era subordinado a um só mestre. Seu tempo de aprendizado era predetermina­do, bem como os seus deveres e as sanções a que estava sujeito, conforme o estatuto da corporação.

Nas sociedades que vimos neste tópico, da Antiguidade até o fim da Idade Média, as concepções do que denominamos trabalho apresentam variações, mas poucas alterações. Sempre muito desvalorizado, o trabalho não era o elemento central, o núcleo que orientava as relações sociais. Estas se definiam pela hereditariedade, pela religião, pela honra, pela lealdade e pela posição em relação às questões públicas. Eram esses os elementos que permitiam que alguns vivessem do trabalho dos outros.

 

As bases do trabalho na sociedade moderna

Com o fim do período medieval e a emergência do mercantilismo e do capitalismo, o trabalho “mudou de figura”. Se antes ele era visto como uma atividade penosa e torturante, passou aos poucos a ser considerado algo positivo. Isso aconteceu porque, não sendo mais possível contar com o serviço compul­sório, foi preciso convencer as pessoas de que trabalhar para os outros era bom; dizia-se que só assim todos sairiam beneficiados. Para mudar a concepção de trabalho – de atividade vil para atividade que dignifica o homem – algumas instituições deram sua colaboração.

Algumas mudanças ocorreram na estrutura do trabalho. Como a estrutura anterior foi-se desagregando? Como os artesãos e pequenos produtores se transformaram em assalariados?          .

Primeiro, casa e local de trabalho foram separados; depois, separaram o trabalhador de seus instrumentos; por fim, tiraram dele a possibilidade de conseguir a própria matéria-prima. Tudo passou a ser dos comerciantes e industriais que haviam acumulado riquezas. Eles financiavam, organizavam e coordenavam a produção de mercadorias, definiam o que produzir e em que quantidade. Afinal, o dinheiro era deles.

Essa transformação aconteceu por meio de dois processos de organização do trabalho: a cooperação simples e a manufatura (ou cooperação avançada).

Na cooperação simples, era mantida a hierarquia da produção artesanal entre o mestre e o aprendiz, e o artesão ainda desenvolvia, ele próprio, todo o processo produtivo, do molde ao acabamento. A diferença é que ele estava a serviço de quem lhe financiava não só a matéria-prima, como até mesmo alguns instrumentos de trabalho, e também definia o local e as horas a ser trabalhadas. Esse tipo de organização do trabalho abriu caminho para novas formas de produção, que começaram a se definir como trabalho coletivo.

No processo de manufatura (ou cooperação avançada), o trabalhador até continuava a ser artesão, mas não fazia tudo, do começo ao fim. O sapato, por exemplo, era feito a muitas mãos, como numa linha de montagem. Cada um cuidava de uma parte, como hoje acontece com os carros e tantos outros produtos fabricados.

A manufatura foi o segundo passo para o surgimento do trabalhador co­letivo, ou seja, o artesão tornou-se um trabalhador sem entendimento da to­talidade do processo de trabalho e perdeu também seu controle. Só entendia, por exemplo, da cola do salto do sapato, pois era isso o que ele fazia o tempo todo. O produto tornou-se resultado das atividades de muitos trabalhadores. E o trabalho, por sua vez, se transformou em mercadoria que podia ser vendida e comprada, como qualquer outra.

Surgiu, então, uma terceira forma de trabalho: a maquino fatura. Com ela, o espaço de trabalho, definitivamente, passou a ser a fábrica, pois era lá que estavam as máquinas que “comandavam” o processo de produção. Todo o conhecimento que o trabalhador usava para produzir suas peças foi dispensado, ou seja, sua destreza manual foi substituída pela máquina.

Com esse processo ocorreu o convencimento do trabalhador de que a situação presente era melhor do que a anterior. Diversos setores da sociedade colaboraram para essa mudança:

● As igrejas procuraram passar a idéia de que o trabalho era um bem divino e quem não trabalhasse não seria abençoa­do. Não trabalhar (ter preguiça) passou a ser pecado.

● Os governantes passaram a criar uma série de leis e decre­tos que penalizavam quem não trabalhasse. Os desempre­gados eram considerados vagabundos e podiam ir para a prisão. Inclui-se aqui o auxílio da polícia, encarregada de prender esses “vagabundos”.

● Os empresários desenvolveram uma disciplina rígida no trabalho, principalmente com horários de entrada e saída dos estabelecimentos.

● As escolas passaram às crianças a idéia de que o trabalho era fundamental para a sociedade. Esse conceito era ensinado, por exemplo, nas tarefas e lições e também por meio dos contos infantis. Quem não se lembra, por exemplo, da his­tória da Cigarra e da Formiga ou da dos Três Porquinhos? Quem não trabalhava “levava sempre a pior”.

Na vida real, a história era bem outra. O trabalhador estava livre, quer di­zer, não era mais escravo nem servo, mas trabalhava mais horas do que antes.

EVOLUÇÃO DAS HORAS DE TRABALHO SEMANAL

 

Inglaterra

França

1650 – 1750

45 a 55 horas

50 a 60 horas

1750 – 1850

72 a 80 horas

72 a 80 horas

1850 – 1937

58 a 60 horas

60 a 68 horas

Max Weber, em seu livro História econômica, publicado em 1923, afirma que isso era necessário para que o capitalismo existisse. O trabalhador era livre apenas legalmente porque, na realidade, via-se forçado, pela necessidade e para não passar fome, a fazer o que lhe impunham.

Ainda assim, não foi fácil submeter o trabalhador às longas jornadas e aos rígidos horários, pois a maioria não estava acostumada a isso. A maior parte da população que foi para as cidades trabalhava anteriormente no campo, onde o único “patrão” era o ritmo da natureza, que definia quanto e quando trabalhar. Cada semeadura e cada colheita tinham seu tempo certo, de acordo com o clima e a época. Além disso, o mesmo indivíduo fazia várias coisas, não era um operário especializado em uma só tarefa. Ele podia plantar, colher, construir uma mesa ou um banco e trabalhar num tear; enfim, desenvolvia várias habilidades.

 A santa segunda-feira

Em seu livro Costumes em comum, o historiador britânico Edward P. Thompson comenta um costume arraigado em vários países da Europa desde o século XVI até o início do século XX: o de não trabalhar na chamada santa segunda-feira. Essa tradição, diz ele, parece ter sido encontrada nos lugares onde existiam indústrias de pequena escala, em minas e nas manufaturas ou mesmo na Indústria pesada. Não se trabalhava nesse dia por várias razões, mas principalmente porque nos outros dias da semana a jornada era de 12 a 18 horas diárias. Assim, os trabalhadores procuravam compensar o excesso de horas trabalhadas. Havia ainda a dificuldade de desenvolver o trabalho na segunda-feira por causa do abuso de bebidas alcoólicas, comum nos fins de semana. Nas siderúrgicas estabeleceu-se que as segundas-feiras seriam utilizadas para consertos de máquinas, mas o que prevalecia era o não-trabalho, que às vezes se estendia às terças-feiras.

Foram necessários alguns séculos para disciplinar e preparar os trabalhadores para o trabalho industrial diário e regular.

 

Exercícios: CAP. 4

 

Trabalho e necessidades nas sociedades primitivas

Sociedades como estas que estamos considerando não têm as nossas razões para trabalhar – se é que entre elas se encontre algo parecido com o que faz o burocrata na repartição ou o operário na fábrica, comandados pelos administradores, pela linha de montagem, pelo relógio de ponto, pelo salário no fim do mês. “Trabalham” para viver, para prover às festas, para presentear. Mas nunca mais que o estritamente necessário: a labuta não é um valor em si, não é algo que tem preço, que se oferece num mercado; não se opõe ao lazer, dele não se separando cronologicamente (“hora de trabalhar, trabalhar”); não acontece em lugar especial, nem se desvincula das demais atividades sociais (parentesco, magia, religião, política, educação…). Sempre que se pareçam com o que chamamos “trabalho”, tais atividades são imediatamente detestadas. Aliás, no fundo, no fundo, não o são também entre nós?

De vez em quando se trabalha um pouco mais que o necessário à satisfação do “consumo” regular. Mas com maior freqüência, dentro do tempo normal de “trabalho”, se produz algo que transborde o necessário. Esta é, em geral, a parte das solenidades, das festas, dos rituais, dos presentes, das destrui­ções ostentatórias, das manifestações políticas, da hospitalidade… e o significado desse algo mais nunca é acumular, investir. Há aí, portanto, uma grande diferença em relação à nossa atitude oficial para com o trabalho. Mas não há, ao mesmo tempo, algo que intimamente invejamos? Algo com coloração de sonho, para nós, que mais ou menos reservadamente trabalhamos de olho na hora da saída, no fim de semana, no feriado prolongado, nas férias, na aposentadoria?

1- Após a leitura do texto, procure responder às questões que o próprio autor formula.

2- Como seria a vida de vocês sem os equipamentos eletrônicos que existem hoje?

Trabalho e ócio no mundo greco-romano

Em Atenas, na época clássica, quando os poetas cômicos qualificavam um homem por seu ofício (Eucrates, o comerciante de estopa; Lisicles, o comerciante de carneiros), não era precisamente para honrá-Ios; só é homem por inteiro quem vive no ócio. Segundo Platão, uma cidade bem feita seria aquela na qual os cidadãos fossem alimentados pelo trabalho rural de seus escravos e deixassem os ofícios para a gentalha: a vida “virtuosa”, de um homem de qualidade, deve ser “ociosa”

Para Aristóteles, escravos, camponeses e negociantes não poderiam ter uma vida “feliz”, quer dizer, ao mesmo tempo próspera e cheia de nobreza: podem-no somente aqueles que têm os meios de organizar a própria existência e fixar para si mesmos um objetivo ideal. Apenas esses homens ocio­sos correspondem moralmente ao ideal humano e merecem ser cidadãos por inteiro: “A perfeição do cidadão não qualifica o homem livre, mas só aquele que é isento das tarefas necessárias das quais se incumbem servos, artesãos e operários não especializados; estes últimos não serão cidadãos, se a constituição conceder os cargos públicos à virtude e ao mérito, pois não se pode praticar a virtude levando-se uma vida de operário ou de trabalhador braçal”. Aristóteles não quer dizer que um pobre não tenha meios ou oportunidades de praticar certas virtudes, mas, sim, que a pobreza é um defeito, uma espécie de vício.

1- A antiga concepção de que as atividades do pensamento vinculadas à ociosidade (liberdade) têm mais valor que as vinculadas às necessidades está presente em nossa sociedade? Como ela aparece nos jornais e na televisão?

2- Para você, a concepção de que a pobreza é uma espécie de vício, ou algo que torna as pessoas inferiores, existe ainda hoje?

3- Desde a Antiguidade se observa a divisão entre trabalho intelectual e trabalho manual. Como ela aparece em outros momentos históricos e, principalmente, hoje?

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Sobre brito964

Nascido em Belo Horizonte - 44 anos. Pedagogo. Professor/Analista da Educação. Educação. Tecnologia. Aprendizagem em Ambientes Colaborativos. Casado. Arinos - MG.

3 comentários em “Sociologia. Cap. 4 – O Trabalho nas doferentes sociedades

  1. Anônimo
    06/12/2013

    Otarios kabritoss

  2. Kathrein Lorrane
    21/07/2014

    Eu queria saber a resposta dessas tre perguntas

  3. Anônimo
    17/10/2014

    eu tambem queria saber as respostas destas perguntas ???

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Publicado em 21/09/2012 por em 1º Ano, Sociologia.
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